Drive-to-store

O drive-to-store é a versão local do e-commerce. O objetivo é usar todas as alavancas digitais disponíveis para os anunciantes para transformar dados geolocalizados e o uso quase constante de smartphones de modo a atrair os clientes para a loja. Seja para comprar ou recolher uma encomenda, o drive-to-store “cimenta” a experiência do cliente e oferece novas oportunidades para desenvolver os seus negócios. Mas ainda precisa saber como o fazer.

Quando o digital é usado para aumentar as vendas físicas nas lojas

Opor-se ao e-commerce e ao comércio tradicional não faz sentido hoje em dia. Os dois devem trabalhar juntos numa lógica omnicanal para personalizar experiências para os clientes. O drive-to-store fornece uma solução que converge a internet e a rede física.

As compras na loja estão, de fato, longe de terem sido destronadas pela internet. O último relatório anual do FEVAD (Fevad, Federação de comércio eletrônico e venda à distância) releva que 91,5% das compras no comércio retail ainda são efetuadas na loja.

Mas precisam de se reinventar constantemente para ter mais flexibilidade e agilidade. Com o drive-to-store, o digital incentiva os clientes a irem à loja em busca de objetivos que diferem de acordo com as estratégias aplicadas. Eis alguns exemplos:

  • Pedidos on-line, recolha na loja

    Este é o princípio do “click and collect”, que foi popularizado pela grande distribuição com o conceito de “drive”. O cliente pode comprar um produto on-line e recolhê-lo alguns minutos ou horas depois. Tem acesso imediato ao seu pedido, poupa tempo e pode, opcionalmente, adicionar produtos adicionais ou opções adicionais. Uma estratégia de cross-selling ou de upselling que pode ser significativa para os retailers. Atualmente é uma solução logística oferecida por 38% das marcas de acordo com o FEVAD.

  • Pedidos on-line, recolha num ponto de venda de terceiros

    Este é o sistema de retransmissão das encomendas onde um comerciante concorda em receber pedidos de outras marcas. Se a loja recebe uma pequena comissão da passagem, é especialmente a oportunidade de trazer à sua loja clientes que talvez nunca tivessem ido. Atualmente é uma solução logística oferecida por 86% dos e-comerciantes.

  • Reserva online, experiência na loja

    Um cliente pode marcar uma reunião on-line, através de uma aplicação móvel, um chatbot ou um site do comerciante, e ir até à loja para viver uma experiência. Experimente roupas já selecionadas e prontas para a chegada do cliente, atendimento cosmético, mesa de um restaurante, teste de um carro novo… quanto mais suave o processo móvel, mais a experiência será apreciada. Uma abordagem que provavelmente gera fortes recomendações sociais.

As chaves do drive-to-store

Otimizar a abordagem drive-to-store envolve dominar várias alavancas de marketing. Identificámos algumas para ajudar:

Referencial local com as principais plataformas

Google MyBusiness, Yelp, Tripadvisor, Uber Eats… são impossíveis ignorar. Essas ferramentas e plataformas de intermediação desempenham um papel central na ligação entre anunciantes e potenciais clientes. Para os retailers é essencial ser bem referenciado, ter uma forte cultura do cliente (importância da aparência), compartilhar conteúdo adaptado (fotos, vídeos, descrições) e, especialmente, que toda a informação seja sempre atual (horário de funcionamento, detalhes da loja, etc.).

Publicidade geolocalizada

Orientar as pessoas certas de acordo com os hábitos de viagem ou a posição geográfica delas é essencial no drive-to-store. A geolocalização é aqui uma alavanca estratégica. Quer entrar em contacto com um cliente próximo que é provável de facilmente o visitar. Seja em ADM, SEA ou RTB, quanto mais direcionada a publicidade, mais relevante será.

Notificações e aplicações móveis

Se tiver uma aplicação para dispositivos móveis, a geolocalização poderá comunicar melhor com pessoas próximas à sua loja. A boa prática mais comum é a store locator conselhos para os retailers compreendendo uma pluralidade de lojas. Se quer tomar um café no Starbucks ou está à procura de um corta-relvas num supermercado, essa capacidade de conectar o cliente a uma loja acrescenta valor.

Conectando a dados de terceiros

Clima, notícias, novas coleções… cada marca pode desenvolver comunicações personalizadas por e-mail ou SMS de acordo com acionadores específicos. Um trabalho que exige uma narrativa criativa e pode tocar os seus clientes para incentivá-los a ir até à loja.

CRM onboarding

É uma tecnologia que reúne transações e visitas a lojas com base em exposições de publicidade on-line. É sempre importante saber se a sua publicidade no Facebook gerou visitas às lojas, por exemplo.

O heatmap

Uma vez na loja, fontes discretas são capazes de identificar a distribuição dos seus clientes nos seus corredores e departamentos. Isto é muito útil para reorganizar a sua publicidade, destacar as suas dicas e encontrar os mecanismos para manter os seus clientes por mais tempo no local enquanto melhoram os seus recursos humanos (vendedores e consultores).

Atualmente não é possível ignorar o drive-to-store. Para os retailers, é a alavanca essencial que combina o melhor dos dois mundos para uma melhor personalização das experiências. Uma estratégia de marketing baseada na relevância dos dados e uma boa gestão da mobilidade para se adaptar ao novo comportamento de compra.

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Ana | Kwanko

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