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Kwanko Patrocina os Prémios Eficácia

KWANKO PATROCINA OS PRÉMIOS EFICÁCIA

Oferta Chauffeur Privé

A Kwanko em parceria com a Chauffeur Privé oferece a todos os novos clientes 10€ na ida e volta à Gala dos Prémios Eficácia. Aproveite já para poder aproveitar o evento em toda a sua excelência e eficácia. Descarregue a App aqui para desfrutar do seu voucher.

A Kwanko patrocina os Prémios Eficácia 2018 sobre os quais poderá saber mais aqui. E é apenas coerente. Fazia todo o sentido que uma empresa com DNA de Marketing Perfomance apoiasse a premiação da eficácia. Foi o que também considerou a Briefing com este excelente artigo sobre a coerência da decisão tomada pelo nosso Global CMO e board member da Kwanko, Christophe Matos.

Christophe Matos Global CMO e Board Member para Prémios Eficácia
Christophe Matos Global CMO e Board Member do grupo Kwanko

Sendo a especialidade da Kwanko a eficácia contínua das campanhas que nos confiam, seria óbvio a nossa ligação com um evento que premeia essa mesma eficácia.
Mas o que será a eficácia em qualquer caso? Basicamente, tudo passa por definir um objetivo. Somente depois de um objetivo bem definido é que podemos dizer se atingimos esses resultados ou não.

Todos os dias somos desafiados pelos nossos clientes, directos e/ou agências, com objetivos que ajudamos a definir desde o primeiro dia. Cabe-nos então conjugar o know-how das nossas equipas especializadas em performance com a mais recente tecnologia ao nosso dispor. O foco é atingir sempre o ROI para o cliente. Como a nossa remuneração está sempre indexada a resultados temos atingir métricas de eficácia.

Marca Kwanko associada aos Prémios Eficácia

É assim completamente compreensível que a Kwanko se quisesse associar ao evento mais importante sobre a eficácia no panorama nacional. Estando em Portugal desde 2011, tem sido sempre um player importante nos resultados da empresa sediada em França. Para tal, tem contribuído a qualidade da equipa que soube aplicar as suas soluções ao mercado nacional.

Recentemente, recebemos ainda mais confiança e investimento para construir um HUB internacional que opera desde Lisboa para vários outros mercados.

Poderá ler o artigo da Briefing na íntegra aqui.

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Entretanto, encontramo-nos na Gala dos Prémios Eficácia, proximo dia 22 de Novembro 2018.

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Kwanko é uma das Melhores Empresas para Trabalhar… de Novo!

Revista Exame Kwanko

É certo que os colaboradores da Kwanko já sabiam que é uma das melhores empresas para trabalhar antes de ser público. No entanto, é sempre bom ver reconhecido no mercado o quanto gostamos de trabalhar em conjunto nesta equipa.

O que começou por ser uma sucursal apenas dedicada ao mercado nacional português é hoje um Hub onde se concentram equipas internacionais. E a aposta do grupo em território nacional não se fica por aqui, com reforço constante de infrastruturas e recursos humanos. Este ano estamos mais uma vez em grande contratação e esperemos que se junte a nós numa próxima oportunidade.

Deixamos abaixo um print do artigo completo que saiu na revista Exame deste mês.

Kwanko foi nomeada uma das Melhores Empresas para Trabalhar

Revista Exame 2018 Kwanko

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Notícias KwankoRecrutamento

Entrevista a Inês Costa

Inês Costa da Kwanko

Quando estamos a falar de uma empresa de performance digital, a linha da frente normalmente é ocupada por Equipas de Vendas, Marketing e Gestores de Conta. Essa é a cara da empresa face ao mercado.

Mas como em todas as boas equipas, existem pessoas que optam por trabalhar longe dos holofotes. Pessoas que fazem a diferença pela sua capacidade, perseverança e profissionalismo. A Inês Costa faz parte dessa componente da nossa equipa.

Se dependesse da Inês, nem esta entrevista teria lugar. Um pouco envergonhada, humilde e sempre longe de qualquer destaque. Mas isso não faz com que tenha menos protagonismo. Antes pelo contrário, é pela sua forma de ser agregada ao seu grande profissionalismo que se torna uma peça chave na nossa organização. De tão reservada é que detesta tirar fotografias. Daí que tivemos a ideia de fazer umas ilustrações que melhor a definissem. Espero que aprecie.

Espero que com esta entrevista, conheçam um pouco melhor uma das melhores profissionais com quem tive o prazer de trabalhar.

Lembras-te de quando entraste na Kwanko? Podes partilhar como isso sucedeu?

Sim, claro. Foi em Dezembro de 2015, coincidiu com o fecho da empresa em que eu estava anteriormente. Era uma startup. Servia de intermediário entre programadores e o mercado empresarial. Estive nessa empresa cerca de 8 anos. Coincidiu com essa minha saída que uma amiga minha que era a anterior Office Manager da Kwanko estivesse também a transitar e depois de uma entrevista com o Country Manager entrei para a equipa.

Foi praticamente um alinhamento de várias coincidências.

E quando entraste, como foi o processo de on-boarding? Isto porque apareceste naquele período de transição de Office Manager.

Foi até relativamente suave dado que a minha amiga ainda me conseguiu passar boa parte das pastas de tarefas que me competiam. Foi mais ou menos uma semana de transição. Foi o possível na altura devido às necessidades. Foi uma passagem de testemunho e arrancar.

As fontes pelas quais obtive a maior parte das necessidades e das tarefas pelas quais ficaria responsável foram-me passadas pelo Christophe, o nosso Country Manager e depois tive o apoio da nossa sede com algumas reuniões via video-conferência com os departamento mais importantes. Especialmente com aqueles com os quais teria que trabalhar mais de futuro. Nomeadamente o departamento financeiro e o de recursos humanos.

Isso leva-me a questionar algo que será extremamente difícil de explicar, mas que é essencial. O que é que a Inês Costa faz mesmo?
Inês Costa faz tudo
© Rui Nunes

É verdade… (risos) Sou chamada para arranjar o telefone. Sou chamada para quase tudo. Mas algo que assumi, talvez mais interiormente é que o Office Manager deve ser alguém que garante o vosso conforto. A vossa felicidade no dia a dia, no contexto de trabalho.

Vocês estão concentrados num contexto de negócios, de trabalho, nas vossas funções e eu estou por trás a tentar que as coisas funcionem da melhor forma possível. Seja o telefone que esteja avariado, seja o salário ao final do mês que tem que ser pago.

Por exemplo, quando eu entrei estávamos precisamente no processo de nos mudarmos do Lagoas Park para a Avenida da Liberdade e assim sendo eu assumi também essa parte. E tudo o que é inerente a isso, ou seja, demolições no outro lado, construção aqui, mudanças, tudo…

Mas algo tão abrangente como lidar com responsabilidades financeiras, logísticas, suporte, etc. deve ser algo difícil de gerir, especialmente as prioridades…

Exactamente. Realmente as prioridades, se calhar, é algo que eu ainda tenho que melhorar. Porque para mim, tudo é sempre prioritário. Desde um equipamento que avarie… mas acho que aqui usa-se bastante o bom senso. Como pode ser mais prioritário a emissão de um documento regular face a um colaborador que ficou sem o computador? Naquele momento tenho que assegurar um computador de substituição para que o nosso colega não fique sem poder contribuir. É senso comum.

Não consigo dizer taxativamente que são estas as prioridades porque depende muito do dia a dia da empresa.

Dirias que seria a tua maior lacuna?

Sim, sim… seria a gestão de prioridades. Isso e o perfeccionismo. Por incrível que possa parecer.

Hummm… não o demonstras. Mas e quais as tuas mais valias já agora?

Eu diria, o empenho e… o perfeccionismo também. É curioso porque na entrevista o Christophe colocou-me essa questão: “Qual é que era o maior defeito?” e eu disse o perfeccionismo. Ele disse que eu estava a dar uma resposta inteligente porque basicamente isso é o que qualquer empregador gostaria de ouvir. E eu respondi que era a pura da verdade.

É curioso porque no ano passado quando tivemos a nossa reunião de avaliação, eu recordei-o e disse: “não sei se estás recordado, mas eu disse-te isto…” e de facto assim é. Na vida pessoal, na vida profissional é um defeito que eu tenho mas que também é uma mais valia porque aliado a esse perfeccionismo há o empenho. E a tentativa de me superar e dar o melhor. Neste caso por vocês… não tanto por mim, mas por vocês.

Recordando as tuas experiências para além da Kwanko, na tua empresa anterior e em outras ainda. Como equiparas a tua sensação em relação à equipa, ambiente de trabalho que se vive aqui, por exemplo ?

Eu reconheço aqui o espírito de startup que encontrei na empresa anterior. E encontro uma equipa jovem, muito brincalhona, divertida, ainda assim focada em resultados e em dar o melhor de si diariamente. Isto em relação a experiência com empresas anteriores. Já no que respeita a comentários que ouço de amigos meus com outras realidades, quando comento o ambiente que é sentido aqui, quando falo dos pequenos “mimos” que temos como o snooker, o ping-pong, o FIFA, etc é curioso porque muitos apontam que é como se fosse a Google portuguesa.

O facto de saírmos juntos depois do trabalho, fazermos encontros regulares fora do trabalho é tudo algo que alimenta este espírito de amizade e companheirismo. Nós, até porque a tecnologia assim o permite, estamos sempre em contacto. Mesmo quando há um fim de semana ou quando estamos de férias é curioso como nós sentimos necessidade de comunicar com os outros.

Se o ambiente não fosse bom, acho que esse seria o período em que teríamos necessidade de “cortar” e dizer “não, não quero mais falar com eles”… porque é trabalho não é?

Sim, há sempre aquelas máximas de separar o trabalho do pessoal. E aqui sentimos uma boa mistura.

Exacto, é uma realidade. Dilui-se às vezes as relações ditas profissionais e extravasa para o ambiente pessoal.

Para alguém que como tu é mais reservada, como é que te sentes neste ambiente? De querermos ser mais que apenas colegas, mas também amigos?

Eu acho que ainda não ultrapassou os limites. E aqui, para mim, os limites são: o limite do respeito, o limite de prejudicar o trabalho de outrem. Aqui isso não se passa. Ou seja, nós brincamos mas ainda assim produzimos e apresentamos resultados. Por isso, enquanto levarmos estas premissas de importância, será saudável.

É importante manter o equilíbrio porque somos a mesma pessoa, que trabalha e que também se diverte.

Agora focando ainda mais sobre a Inês Costa… quando vieste para esta área era algo que já tinhas delineado como teu futuro, ou algo que foi progredindo para tal?
Inês Costa e o seu Futuro!
© Rui Nunes

Sim, progrediu e começou nas minhas experiências passadas. Formei-me em tradução e depois progredi para a parte de recursos humanos. Na empresa anterior solicitaram-me esse tipo de tarefas adicionalmente à tradução e foi gradual. Foi algo sem um plano delineado para ir por este caminho. Fez sentido no contexto da empresa sendo que já vinha com esse background, com essa habituação e foi dar aqui continuidade.

Isto é algo que eu gosto de fazer. Gostaria até de fazer mais formação nesta área de forma a complementar com as bases necessárias. Mas isto sem esquecer a parte da tradução que ficou um pouco lá para trás e que não dei a devida oportunidade.

Gostarias um dia de fazer um livro da tua autoria?

Se um dia surgir um tema. Não excluo, gosto de facto de me exprimir em termos de escrita, não tanto oralmente porque sou uma pessoa tímida. Mas gosto! Se um dia surgir um tema que faz sentido, porque não? Se bem que hoje em dia há tanta coisa escrita que tinha que ser algo mesmo singular que fizesse sentido escrever e publicar.

Se agora estivesses a falar para uma audiência, que lhes dirias em relação à Kwanko? Se estivessem no mercado de trabalho, por exemplo…

Em relação à Kwanko, diria que é uma aposta no futuro neste momento. Estamos numa fase de transição com umas mudanças positivas na eminência de acontecerem quer a nível internacional como local e paira sobre nós uma nuvem boa de expectativa sobretudo na minha posição. Porque se já foi uma grande transição termos mudado de Porto Salvo para a Avenida da Liberdade para algo com mais espaço, credibilidade e possibilidades… No futuro próximo o que se prevê será ainda de maior magnitude. Não podemos agora estar a dar divulgar muito mais que isto.

Apenas se pode dizer que estamos em fase de franca expansão. (risos)

Estamos constantemente em fase de contratação, penso que é sabido. Nesse panorama, estás a apoiar esse estágio?

Sim, fazer o on-boarding dessas pessoas. São mais pessoas para satisfazer. Mas sem descurar o facto de que já existe aqui um grupo coeso. Uma pessoa nova que entra é como uma peça que introduzimos num ambiente já bastante consolidado. É preciso algum cuidado.

Quando se entra num ambiente bastante coeso como é o caso, é sempre complexo que os novos colaboradores obtenham logo o nível de confiança que temos com as pessoas que estão na equipa há mais tempo, mas é algo que se obtém com alguma facilidade se der a essa abertura. Aqui também existe uma cultura quase de member-get-member em que se privilegia pessoas referenciadas pela própria equipa. Isso também ajuda porque normalmente tem um “embaixador” que se encarrega de fazer essa ponte com os restantes colegas.

A ideia é levar tudo o mais na brincadeira possível, mas com responsabilidade. Temos objectivos e resultados que têm de ser cumpridos. Apenas com entre-ajuda conseguimos atingi-los.

Sentes-te reconhecida aqui?

Sim, sinto-me reconhecida e nisto, já o disse várias vezes, agradeço ao Christophe, porque ele é um excelente líder. É uma pessoa que não tem problemas nenhuns em dizer um “Obrigado”. E faz todo o sentido! Isso tem muito mais valor para mim que mais um zero na conta. Desde o início que é uma pessoa que sabe reconhecer e que sabe agradecer o trabalho e isso, por si só, é motivador.

Conhecer Melhor a Inês Costa
© Kwanko
Para Concluir…

Resta apenas dizer que a Inês Costa é reconhecida por toda a equipa como uma peça fundamental. Sentimos que realmente se preocupa connosco e com o nosso bem-estar no trabalho que desenvolvemos. O empenho com que se dedica a todos os aspectos do seu trabalho reflectem-se nos resultados gerais da delegação. Daí o nosso obrigado!

A sua timidez leva a que igualmente não aprecie tirar fotos e um destaque desta forma. Portanto, creio ter encontrado uma boa alternativa. Umas ilustrações que demonstram na medida do possível a forma como vemos a nossa Inês.

Espero que tenham a oportunidade de a conhecer em pessoa no futuro. Vale a pena!

Obrigado também pela sua atenção. Dentro em breve partilharemos temas certamente muito úteis dentro da área.

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Notícias KwankoRecrutamento

Quem é a Catarina Monteiro?

Catarina Monteiro – Kwanko Portugal

Imagino que se tenha deparado inúmeras vezes com aquela célebre pergunta: O que diferencia a sua empresa das restantes no mercado?

Nós sabemos o que nos diferencia. É um mix de muitos factores que ao longo dos próximos artigos iremos explorar. Mas hoje vamos falar do que mais nos orgulha: a equipa de profissionais que compõem a Kwanko.

Depois de muito reflectir, pensamos que a melhor forma de vos dar a conhecer a nossa equipa seria com umas breves entrevistas. Não são apenas bons profissionais, acima de tudo constituem um grupo de pessoas que se complementa muito bem.

E ninguém melhor para começar do que a mais recente contratada da equipa. A Catarina Monteiro, após o seu estágio profissional passou a integrar os quadros da empresa. Já outros elementos da Kwanko também tiveram esta experiência. Os estágios, no caso da Kwanko, são vistos como oportunidades para formar profissionais que sabemos que têm as qualidades necessárias e que posteriormente são complementadas com a aplicação prática e de partilha de conhecimento. Obviamente, é sempre do interesse da empresa aproveitar estes jovens que são formados nas nossas boas práticas para consolidar a equipa.

Conheça a Kwanko, através das pessoas que fazem todos os dias o seu melhor para lhe trazer resultados.

NA KWANKO, QUEM É A CATARINA MONTEIRO?

Conversa com Catarina Monteiro da Kwanko
Kwanko © todos os direitos reservados.
Para quem ainda não te conhece (que certamente cada vez serão menos), quem é a Catarina Monteiro e como tudo começou na Kwanko?

Olá, sou a Catarina Monteiro e inicialmente entrei na Kwanko com a função de account manager junior como parte do estágio profissional que terminou em Maio. Após esse estágio, entrei nos quadros da empresa e assumindo mais responsabilidades.

Primeiro que tudo foi o primeiro trabalho que tive na área. Tirei uma Licenciatura em Marketing e Publicidade, que só por si e da forma como está o mercado, não me abriu muitas portas, até porque existem muitos licenciados numa profissão que se revela complicada em termos de oportunidades. Após várias indecisões, optei por escolher uma área dentro do Marketing que me permitisse entrar no mundo do trabalho com mais facilidade. Daí decidi vir para Lisboa, inscrevi-me num curso de Marketing Digital que me abriu as portas para entrar na Kwanko.

Mas a especialização em Marketing Digital era algo que realmente desejavas profissionalmente ou foi uma decisão tomada por necessidade?

Para quem tira um curso de Marketing numa vertente puramente académica sabe que à partida, o Marketing Digital é algo esquecido no sistema curricular, pelo menos em Portugal. Os cursos estão desactualizados e por exemplo, no meu, que terminei em 2015 não havia qualquer tipo de cadeira de Marketing Digital.

Optei então por enveredar pelo Marketing Digital por ser algo novo, porque pesquisei, quis saber mais, pelas mudanças que se previam existir no futuro e achei que seria uma boa aposta. É também uma área com a qual me identifico mais.

Conversa com Catarina Monteiro da Kwanko
Kwanko © Todos os direitos reservados
Então, pelo que entendo das tuas palavras, denotas um desfasamento entre a oferta académica e curricular e o que encontraste quando entraste na Kwanko… Achas que ainda hoje isso se passa?

Já se nota uma evolução. Em algumas faculdades, já existem cursos com cadeiras especializadas, ou pelo menos mestrado ou pós-graduação em Marketing Digital, mas é algo recente de há uns 2 ou 3 anos. Já as licenciaturas, especialmente nesse foco, estão muito desatualizadas com o que neste momento é a realidade.

O que estavas a referir é verdade. Mesmo depois do curso de Marketing Digital que tirei, onde realmente mais aprendi foi na Kwanko e acho que foi uma óptima oportunidade porque comecei do zero. Apesar de oficialmente figurar como um estágio profissional, foi acima de tudo, uma formação. Desde o início, eu vim aqui para aprender e depois aplicar aquilo que aprendi. E não são todas as empresas que o fazem, que têm essa disponibilidade porque o ritmo de trabalho é elevado.

Por vezes, nem é por culpa da entidade em si, mas porque os profissionais não estão dispostos a despender desse tempo para dar formação, dar essa oportunidade a quem chega.

Quer isso dizer que na Kwanko recebeste formação não só teórica, mas também prática e que através da última pudeste efetivamente assimilar conhecimentos? Já lá vão quantos meses?

Neste momento são 11 meses.

11 meses, ou seja, ainda nem um ano se passou e já estás numa fase que consideramos ser muito avançada para aquilo que detectamos no mercado. Também sentes isso? Que a equipa que te ajudou na formação está mais à frente que a média do mercado, no que respeita a conhecimentos?

Sim. Sem dúvida. Lá está, o que eu mais aprendi foi com a troca de experiências, de ouvir a equipa falar, o que eu não sabia, ir pesquisar, ter a franqueza de perguntar o que vocês estavam a falar. É mesmo muito importante e a equipa da Kwanko tem essa mais-valia. Têm sempre essa disponibilidade para partilhar conhecimentos, não é aquela imagem que nós estagiários temos que é “vá, desenrasca-te”. Se não perceberes, pergunta, uma, duas, três vezes, que nós estamos aqui mesmo para isso: para te ajudar e para te explicar.

Isso significa, que obviamente, já cometeste alguns erros neste processo. Mas em que medida “tentar e errar” te ensinou e te ajudará no futuro?

Faz parte errar. Sim, sempre senti que existe alguma margem na Kwanko para cometer alguns erros que no fundo são logo compensados pela entreajuda dos colegas e que conseguimos sempre recuperar.

Para dar um exemplo, mesmo na fase inicial de quando comecei o estágio, houve dias em que saí muito frustrada porque sentia que não ia ser capaz, que não iria conseguir captar tanta informação em tão pouco tempo, saber o significado de uma série de coisas, de plataformas.

Agora vejo que isso é normal, que todos passam por essa fase inicial de frustração, sendo o primeiro impacto no mundo do trabalho, na área para a qual estudámos. Apenas tenho a agradecer à equipa que teve sempre disponibilidade para me ajudar em tudo. Todos os departamentos, não só de accounts.

A nível de erros é normal. Já os cometi como todos os cometem, mas nesta área isso torna-se ainda mais importante porque começamos a dar maior importância a pequenos detalhes que fazem toda a diferença.

Onde eu queria igualmente chegar e que deves ter tido essa noção, é que há certas situações que parecem erros que na verdade se tornam parte de um sucesso. Nesta área, não há situações “estanques”. Há sempre ocasião de desafiar o status quo e aprender algo novo todos os dias. Assim sendo, o que gostarias de recomendar às pessoas que venham a seguir o teu percurso?

Acho que o mais importante é a humildade, sermos sinceros em relação ao que sabemos e não sabemos. Querer sempre saber mais, ou seja, é muito importante o que aprendemos em cursos, mas é igualmente importante a nossa pesquisa pessoal. Estar a par de tudo e atentos neste mercado, em mudança permanente. Todos os dias, as boas práticas sofrem alterações, surgem novas tendências. Temos que não estagnar no que pensamos já saber. Estar dentro do assunto e ter a curiosidade.

Outro ponto também de suma importância é não desistir. Ao primeiro erro, à primeira falha, porque todos nós passamos por isso.

Conversa com Catarina Monteiro da Kwanko
Kwanko © todos os direitos reservados.
Encontras-te numa posição realmente interessante e ímpar no mercado, uma espécie de “ponte” entre os interesses dos clientes (anunciantes, agências) e dos publishers que são o tipo de canais utilizados para chegar à audiência que os primeiros desejam. Qual a tua experiência neste jogo entre os Publishers que querem ser remunerados justamente pela sua audiência e os clientes que procuram o melhor equilíbrio para terem retorno?

Sem dúvida que é muito aliciante. Diariamente tenho contacto com pessoas diferentes, de países diferentes. Os clientes são todos únicos, assim como os seus targets e objectivos. Por incrível que pareça, como temos campanhas sempre a correr, falamos praticamente todos os dias com os Publishers porque temos que ter uma presença constante nos seus meios. Com os anunciantes ou agências, a maior parte do que nos chega já vem decidido em primeira instância.

Aqui o nosso trabalho consiste não só em planear o melhor possível os canais, mas igualmente em dar feedback e reportar que, por vezes, o valor inicialmente decidido não encontra receptividade pelo mercado e que eventualmente teremos que efectuar alguma melhoria. Nós somos o elo de ligação entre as duas partes. Nem sempre é fácil um acordo mútuo e tentamos não beneficiar nem um lado nem o outro nessa situação. Tentamos ser o mais justos possível. Aqui a ideia é todos saírem satisfeitos e o anunciante conseguir os seus intentos na comunicação e o publisher ser devidamente compensado pelo seu trabalho.

Mas vocês enquanto Accounts não se limitam a ser uma “ponte”, aportam igualmente experiência, resultante das inúmeras campanhas realizadas, bem como conhecimento do que terá mais chances de ter sucesso. Após receber o briefing do cliente, são vocês que o interpretam e fazem a vossa produção para que funcione. Catarina, queres partilhar sobre essa tarefa?

Essa é como eu costumo dizer, a parte “gira” da nossa função. Nós não gerimos apenas envios, dar reports, passa também por encontrar soluções. Quando uma campanha não está iniciar muito bem, para além do cliente nos pedir a nossa opinião, também nós proactivamente podemos sugerir alterações.

Temos uma ferramenta na Kwanko que é uma mais-valia importante: o Studio, uma equipa de designers e programadores com a qual podemos contar para trabalhar numa campanha que não esteja a converter bem e com base na experiência de campanhas passadas que funcionaram e da troca de ideias entre colegas, sugerir alterações gráficas e de conteúdo para que melhore significativamente. Apresentamos as novas peças ao cliente como sugestão… quase sempre o cliente aceita as nossas sugestões pois confia em nós e na nossa experiência.

Portanto o nosso aporte não se fica por receber os materiais iniciais da campanha, mas contribuir com a nossa experiência e resultados que analisamos diariamente, sugerindo algumas alterações que farão a diferença. Por exemplo, colocar um Call-to-Action numa posição-chave, o subject ser diferente, etc…

Conversa com Catarina Monteiro da Kwanko
Kwanko © Todos os direitos reservados.
Quando dizes que o cliente tem confiança em vós, é reflexo de que as sugestões que lhes fazem para melhorar a campanha têm resultado. Por isso voltam a confiar na vossa experiência…

Sim, porque quando a comunicação nos chega não está reflectida a dinâmica de performance. Apenas se focam na mensagem e não na componente de performance da qual somos mais experientes. Apostam na mensagem, na campanha, na marca, mas a performance fica um pouco à parte. Nós, do nosso lado, quando vemos a mensagem ou a peça já sabemos logo o que vai resultar ou o que não vai funcionar. Portanto, o cliente na maioria das vezes já procura esse aconselhamento da nossa parte.

Estamos a falar sempre de uma equipa. Inclusive nesta vertente de sugestões de melhorias de campanhas. Uma das vantagens da Kwanko é que os Accounts que trabalham em clientes e marcas diferentes não estão em silos diferentes. Há um intercâmbio regular de experiências. Apesar de ser a tua primeira experiência numa empresa do género, consideras que é algo que os diferencia?

É sem dúvida uma mais-valia. Trabalhamos num open-space na verdadeira acepção da palavra. Lá está, existe um plano, por account, dividido por campanhas. Sou responsável por umas campanhas e os meus colegas por outras. Mas todos os dias trocamos ideias entre nós. O que achas disto? O que poderíamos fazer para melhorar? Beneficiamos da experiência uns dos outros e claro… eu sou das mais recentes na empresa, portanto os meus colegas têm muito mais experiência do que eu. Para mim, é uma grande vantagem estar lado a lado com eles. A troca de ideias é de suma importância.

Mesmo quando se abordam novos canais ou serviços que agregamos ao nosso portfolio, os primeiros na equipa que os utilizam são no fundo depois os que transmitem essa experiência aos restantes sobre o que funcionou ou não. Existe uma troca de informações constante, queres explorar mais esta virtude?

Existe uma preocupação geral acima de tudo. Se uma campanha estiver a correr abaixo das expectativas, não é apenas devido àquele account em específico, há responsabilidade repartida. Tentamos todos dar o máximo de ajuda para que entre todos, o resultado seja sempre positivo. O aporte de feedback sobre o que funcionou ou não nas campanhas em canais mais recentes é vital para conseguirmos ter uma curva de aprendizagem reduzida e podermos desde logo ganhar experiência nas boas práticas.

Nós enquanto accounts, mais do que receber apenas o que nos mandam e aplicar, tendo em conta todos os diferentes canais e que cada vez mais aumentam a nossa oferta de portfolio, podemos sugerir fazer essa comunicação alargando o espectro inicial para o cliente ter o máximo de exposição. O nosso intuito sempre será apresentar soluções inovadoras aos nossos clientes, mas que acima de tudo, façam sentido.

Então apesar de estarem designados por contas específicas, não existe por um isso uma preocupação, por vezes egoísta, de apenas se interessarem por essas contas. São uma equipa sempre, partilhando essa responsabilidade…

Sem dúvida, existe uma entreajuda muito grande. Preocupamo-nos com o geral panorama da equipa sempre. Ou seja, se as campanhas estiverem a correr mal é responsabilidade de todos, se estiverem a correr bem também todos beneficiam.

Eu diria que isso se reflecte nos resultados. Achas que o facto da direcção nos colocar sempre a par dos objectivos mensais de forma geral da empresa nos ajuda igualmente a lutar todos pelo mesmo foco? Ao invés de apenas os nossos objectivos personalizados?

Exactamente, não é um objectivo pessoal, mas um objectivo para todos, em que todos têm que intervir e dar o seu melhor para que aconteça e isso implica trabalhar em conjunto, em equipa. Acho essa postura extremamente importante. Ao colocar um objectivo individual, a pessoa torna-se de certa forma individualista, passo a expressão. Pensa apenas nesse resultado e não no contexto geral.

Esta forma de abordar os objectivos da empresa, ajuda-nos a entender que somos todos parte da mesma engrenagem. Que só chegamos lá se todos mesmo contribuírem.

Aproveitando que trabalhas a comunicação das marcas que te são designadas, quero te desafiar a fazer o “pitch” da Kwanko para anunciantes que ainda não trabalhem connosco. O que lhes diria a Catarina Monteiro para os convencer de que a Kwanko seria a opção certa?

Wow, isso foi inesperado. Assim a imagem que me surge imediatamente como uma das mais-valias da Kwanko será o facto de sermos uma empresa com um espírito que hoje em dia se assemelha a uma startup sem ser uma startup. Temos um espírito de equipa e de grupo muito grande, de entreajuda tal como tinha referido anteriormente.

O que nos diferencia será um conjunto de temas, mas ressalvo a experiência do conjunto dos accounts que lidam com milhares de campanhas por ano. Conseguimos um contacto directo com os Publishers com os quais também criamos uma relação. Todos os dias trocamos ideias e que permitem pensar em formas inovadoras de passar a mensagem através dos seus canais.

Também temos o Studio que nos ajuda não apenas a desenvolver as peças que resultam, como ainda elaboramos formatos à medida para apresentar aos Publishers de uma forma que aporte valor aos seus leitores mas também ao anunciante que filtra ainda melhor o seu tráfego e torna-se mais qualificado.

Em termos da empresa, para além de nos focarmos muito na performance, para ela acontecer, por trás é preciso ter uma comunicação também muito forte. Cada vez estamos mais fortes em termos de comunicação. Temos muitos canais no nosso portfolio e isso permite-nos acompanhar as campanhas numa perspectiva mesmo 360. Desde o desenvolvimento de plataformas específicas a Landing-Pages, display, content marketing, native ads, etc. Estamos em franco desenvolvimento de diversos canais e mais importante que isso, de produzir valor utilizando-os.

Obrigado Catarina!
Entrevista a Catarina Monteiro da Kwanko
Kwanko © Todos os direitos reservados.

Resta-me agradecer à Catarina Monteiro, a nossa mais recente contratação por nos ter dado a sua visão sobre a Kwanko sobre a perspectiva de alguém que mais recentemente constatou os nossos métodos de trabalho. Espero que de futuro possamos cativar cada vez mais pessoas que tenham interesse em integrar uma equipa como esta que trespassa o conceito profissional. No fundo, somos todos igualmente amigos e qualquer pessoa que nos visita fica logo com essa percepção.

Caso queira saber mais sobre a Catarina, basta visitar o seu perfil profissional online.

Venha também nos visitar no nosso núcleo de Lisboa em plena Avenida da Liberdade. Prometo que o(a) convido para um café.

Fique também com atenção aos próximos artigos onde iremos todos os meses vos dar a conhecer mais um elemento valioso da equipa Kwanko.

E ainda, obrigado pelo seu tempo. É por si que nos dedicamos todos os dias a dar o nosso melhor.

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Kwanko, vencedora do Grand Prix des Entreprises de Croissance

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Este prémio, apoiado pelo Ministério da Economia e das Finanças francês e pelo grupo Leaders League, é atribuído a empresas em franco crescimento e destaca a audácia, ambição e liderança demonstradas.

PARABÉNS A TODA A EQUIPA DA KWANKO!
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