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Black Friday – Qual é o Segredo dessa Data que está sempre a Mudar?

Black Friday 2017

Sim, já estamos em setembro! O que significa que mais uma Black Friday se aproxima. Essa é uma das datas mais importantes do ano para o retalho e, no ano de 2016, a Kwanko revelou que apenas pela plataforma da empresa, passaram 1,8 milhões de euros em vendas online. A nível mundial, com os dados recolhidos através de uma plataforma própria da marca, os 35 milhões de cliques geraram 310 mil encomendas, o que representou 30 milhões de euros em vendas. Pensando nesse assunto que não sai da cabeça dos portugueses no segundo semestre, a nossa equipa de conteúdo fez três perguntas primordiais para o Fernando, da equipa comercial brasileira, para entender como ter ROI garantido nessa data tão aguardada.

E: Fernando, observamos que o planeamento para a Black Friday está cada vez mais em cima da data. Em 2016, em agosto já víamos uma forte movimentação voltada para esse objectivo e campanhas já a ser fechadas. Neste ano, já estamos em setembro e isso ainda é um assunto bem adormecido. Como vê essa questão? Acredita que isso é uma tendência?

F: Sim, é uma tendência, pois essa data já está bem consolidada dentro das agências e anunciantes. Com diversas análises de resultados e investimentos de Black Fridays anteriores, podemos afirmar que o mercado está maduro quanto ao planeamento. As marcas já têm em mente quanto investir em média e a quantidade de descontos a serem alocados.

Além disso, a Black Friday tem vindo a mudar ao longo dos anos. Antes tínhamos uma grande concentração de esforços apenas para a sexta-feira, depois a sexta virou um final de semana e hoje já vemos empresas que entendem o conceito Black Friday como um ciclo mensal, ou seja, são 30 dias de promoções que têm um pico na última sexta-feira de novembro. Sendo assim, os esforços estão a ser diluídos e não só concentrados numa data.

E: Mesmo com todas essas mudanças, como acredita que seja o planeamento ideal para a Black Friday?

F: O planeamento para a Black Friday deve acontecer de dois a três meses do mês de novembro e em duas fases primordiais para sucesso efectivo no ROI:

Fase 1: Captar uma base de pessoas que estejam identificadas com a sua marca, produto ou serviço e estejam ávidas por grandes descontos nessa data. Sendo assim, uma estratégia de captação de leads com nome e e-mail, por exemplo, é de extrema utilidade para que as acções de CRM sejam efectivas.

Outro ponto importante é estar presente num ambiente ainda não explorado pela empresa, ou seja, impactar o máximo de pessoas que ainda não estão ligadas à sua marca, já que quando pensamos em Black Friday, pensamos em consumo por impulso. Portanto, investimentos em display programática e e-mail marketing para o público não explorado também devem estar dentro do planeamento. Essa primeira fase deve durar de um a dois meses para que a base de leads gerada seja qualificada.

Fase 2: A segunda fase consiste em utilizar essa base de CRM através de campanhas de e-mail marketing para que as pessoas que foram impactadas anteriormente, agora finalizem o funil de compra, gerando conversão em vendas.

E: Fernando, sabemos que para que esse planeamento seja realmente assertivo, existem alguns pontos a serem levados em consideração, quais são eles?

F: O mercado digital está a passar por grandes modificações com o surgimento quase diário de novas plataformas e media, porém é importante pensar com cautela quando falamos de share de investimento por media. Para essa data, em específico, é imprescindível que os investimentos sejam alocados de forma cautelosa e analítica. Por experiência, nós na Kwanko entendemos que campanhas via e-mail marketing e display ainda são a base de sucesso em vendas e ROI. É claro que testar os novos canais e plataformas que vêm surgindo é importante, mas em datas como essa, uma análise criteriosa é a base para o sucesso da Black Friday para a sua marca.

Uma outra revolução na BF e que os anunciantes têm que estar preparados, é a migração de tráfego desktop para o mobile. As empresas precisam preparar as suas Apps e sites mobile de forma a que a experiência de compra para o utilizador seja muito mais rápida e simplificada e, assim, não haja perda no volume de vendas através do tráfego mobile.

A Black Friday ainda tem seus segredos mas, aos poucos, vamos desvendando. O mais importante é agir com cautela e escolher os parceiros certos para que, em 2017, o crescimento em vendas seja ainda maior do que nos anos anteriores.

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DRIVE TO STORE: Quando o Digital Converte no Offline

Drive to Store Kwanko

Há quem sonhe com este título. Drive to Store – Quando utilizamos os meios digitais para os converter numa experiência física, real e… humana?

Os retalhistas tradicionais serão os que mais facilmente irão aplaudir este conceito, mas ainda há poucos meses se falou tanto das marcas originalmente digitais que decidiram explorar a experiência física. Por exemplo, a Amazon decidiu apostar em ter lojas próprias em diversas localizações. A própria Google tem showrooms físicos e mesmo a Warby Parker que se distinguiu pela comodidade de ter óculos prescritos online, enveredou pelas lojas físicas também em determinada altura da sua jornada.

Mas isto apenas reflecte necessidades muito básicas por parte de marcas tradicionalmente digitais: a experiência física, a relação pessoa-a-pessoa, retenção de clientes, lealdade à marca… no fundo tudo se resume num conceito: ter uma experiência completa e memorável.

Perfeito! Entende-se perfeitamente, mas uma coisa é proporcionar esta experiência. Outra coisa é conseguir alavancar o poder de análise e os múltiplos canais do digital para depois encher as nossas lojas de clientes ávidos pelos nossos produtos, certo?

DO CLIQUE AO SORRISO

Para se transitar de uma acção no digital até conseguir converter e comprar um produto ou serviço no plano físico existem inúmeros passos. Mas o que levou as marcas a adoptarem cada vez mais estas estratégias? Aqui estão algumas das razões:

TECNOLOGIA

Este eventualmente será o principal motivo da massiva adesão a esta estratégia por parte dos retalhistas. Mas não se prende exactamente pelo avanço da tecnologia. A possibilidade de rastrear e conseguir fazer a ligação entre alguém no digital e a sua entrada num espaço físico já era possível há vários anos. O que mudou entretanto foi a homogeneização de plataformas, sistemas operativos e hardware.

Até recentemente, apenas se conseguia fazer isso através de sistemas sofisticados e onerosos como plataformas próprias de tracking de beacons, bluetooth em sistemas e integração com CRM’s ou POS. Ou seja, estas campanhas normalmente estavam apenas habilitadas para grandes empresas com recursos mais largos.

Agora, com a proliferação destas tecnologias assim como a adopção em massa de smartphones e dispositivos que já têm as features necessárias para conseguir activar acções de marketing personalizadas, tudo se torna acessível até para budgets mais reduzidos.

Se também já tiver lido este artigo sobre Estratégias de Marketing Cross-Channel, terá compreendido uma parte das suas possibilidades. No fundo, mediante as acções da sua audiência, desde que o tracking seja eficaz, consegue influenciar o percurso de compra dos seus clientes.

EXPERIÊNCIA

A sua audiência está-se a acostumar a experiências imersivas. Que a marca se preocupe com o produto ou serviço mais adequado para si. É por isso que liberaram grande parte da sua privacidade. Se não conseguem ter o retorno dessa entrega de privacidade, terão mais razões para a quererem de volta.

As marcas que estão a vencer hoje, são aquelas que compreendem que não existe um consumidor online e outro offline. São a mesma pessoa. É um indivíduo que está em contacto com a marca de formas diferentes. Nem por isso, tem que ser catalogado de forma distinta.

Isso consegue-se fazer com branding, activações de marca, comunicação uniforme mas também com tecnologia que permite identificar os vários pontos de contacto desse indivíduo. Mediante esses acessos, podemos optimizar a experiência do mesmo e influenciar a que culmine numa compra. Ou numa sequência de compras.

MERCADO

Quando se está num mercado livre, todas as marcas que trabalham esse sector são influenciadas pelas tendências e boas práticas seja da concorrência, seja pela oferta possível. Logo, ou tentamos incluir essas tendências, desde que façam sentido para o negócio, ou corremos o risco de ficar obsoletos. De perder inclusive parte do mesmo.

Como costuma dizer Gary Vaynerchuck, empresário, – “O mercado é o mercado, e o mercado irá decidir se você é bom o suficiente para ser consumido.”

Diria que a melhor prática em certos casos seria mesmo de liderar o mercado com a sua inovação. Mais do que ter que se adaptar, tem que partir de si pretender inovar e dar a melhor experiência possível ao seu cliente. Faça com que sejam os seus concorrentes a terem que se adaptar.

NA PRÁTICA, O QUE SIGNIFICA O DRIVE TO STORE?

Tal como o nome indica, o principal objectivo de toda esta estratégia é incentivar os nossos potenciais clientes a se darem ao trabalho de se deslocarem até uma das nossas lojas físicas. De que forma se coloca em prática?

INCENTIVO

Nada de extraordinário aqui. Se dermos um bom desconto, uma promoção ou uma oferta que seja interessante, obtemos interesse.

Mobile Drive to Store Kwanko
Kwanko © Todos os direitos reservados.

Tanto pode ser um interstitial num smartphone como um email regular ou qualquer outro canal. A ideia é tornar interessante o próximo passo.

RELEVÂNCIA

Depois tem que ser relevante. Para tal, há que utilizar todas as formas que temos ao nosso dispor para saber quando e de que forma podemos ser relevantes para o nosso potencial cliente. Se uma pessoa, por exemplo, entrou na nossa loja ou showroom online de vestuário, mediante o local, hora e comportamento podemos dirigir a melhor oferta para que o mesma a considere verdadeiramente interessante para o seu estado de espírito actual.

Quanto mais relevantes formos na mensagem, mais eficaz se torna a nossa estratégia. Mais interesse teremos em nos deslocarmos a uma loja e terminar a nossa compra.

Kwanko Mobile Segmentação
Kwanko © Todos os direitos reservados.

CONVENIÊNCIA

É um dos truques mais antigos e talvez o mais rentável. Se facilitarmos ao máximo a vida dos nossos clientes, mais rapidamente teremos a sua vontade em nos visitar. Se os apoiarmos com as ferramentas que estão ao nosso alcance (ou deles) os resultados são claros.

Neste exemplo, com o apoio do canal que estamos a usar, podemos criar uma forma simples de nos auxiliarmos da tecnologia do próprio aparelho do cliente para podermos literalmente conduzir o cliente até à porta da nossa loja.

Kwanko Mobile Drive to Store
Kwanko © Todos os direitos reservados.

TRACKING

Uma vez mais nos baseamos em tecnologia. É com o conjugar do avanço tecnológico, mas também na adopção em massa de determinadas características que permite hoje em dia podermos medir a eficácia do que fazemos no digital, convertível no offline.

Para tal, necessitamos igualmente de aceitar que nem tudo é 100% linear. Por isso, sempre existe uma percentagem bastante reduzida de margem de erro ou de perda de medição efectiva.

No entanto, o tracking existente já permite uma baliza muito importante que nos ajuda a tomar decisões e acima de tudo a saber onde investir para tirar maiores proveitos.

Essas formas de medição baseiam-se em princípios como:

CÓDIGOS // VOUCHERS PERSONALIZADOS – Será talvez a forma mais antiquada, mas no entanto mais simples de implementar e medir. Ao lançar campanhas SMS, de Email Marketing ou mesmo de Display, podemos medir as suas conversões pela utilização de códigos individualizados no acto da compra. O cliente para beneficiar de uma oferta terá que providenciar o seu código específico. Também poderá fazer uso de QR Codes específicos que são lidos no momento da compra pela sua digitalização.

BEACONS // APP MONITORING – Já esta tecnologia será a mais precisa de todas. Se a pessoa tiver a App instalada no seu smartphone com acesso ao bluetooth e sua geo-localização, sabemos imediatamente que o João Almeida entrou na nossa loja da Av. da Liberdade no momento em que ele entra no espaço. Para tal, utilizamos um mix de hardware com software de monitorização mobile. No entanto, como necessita que as pessoas tenham instalado a aplicação da marca, torna mais restricta a sua utilização.

GPS // GEO-LOCALIZAÇÃO (APROXIMADA) – Fazendo uso da capacidade cross-channel de tracking de que a Kwanko beneficia, consegue medir pelo menos numa certa zona geográfica que certas pessoas estiveram presentes através de uma comunicação da sua marca. Depois poderá inclusive fazer re-targeting, por exemplo, às pessoas que receberam uma mensagem X, que estiveram na zona geográfica da sua loja e emitir uma nova mensagem baseada nessa premissa.

THIRD PARTY // SISTEMAS PARCEIROS – Também poderá fazer uso de plataformas de parceiros de comunicação que tendo eles essa audiência em sistema, aplicação móvel ou website, despoleta mensagens dependendo do mix de zona geográfica e o estado em que se encontra esse potencial cliente no funil de comunicação. Inclusive saber que a pessoa que viu o banner Y está agora numa das suas lojas.

Estas são apenas algumas das mais utilizadas. Existem outras estratégias, mas envolvem uma dinâmica muito mais avançada e requerem muitos recursos e desenvolvimento. Se vir interesse, podemos prolongar mais sobre este tema. Basta entrar em contacto com a nossa equipa. Teremos o maior gosto em poder ajudar a encontrar as melhores soluções.

Existem diversas utilidades para estas estratégias, mas penso que a forma mais interessante será dando exemplos práticos.

Imagine que é um stand de automóveis e vai fazer uma feira exclusiva de usados premium numa zona do País. Convinha eventualmente focar em pessoas que andam a navegar em smartphones por sites de automóveis ou de compra/venda e mostrar-lhes um interstitial de Drive to Store para os ajudar a encontrar onde vai ser o local preciso da feira de automóveis.

Ou então, uma rede de lojas vai fazer uma campanha de promoção de % de desconto na venda de determinados produtos e quer remeter o potencial cliente até à loja mais próxima do mesmo naquele momento.

Todos estes exemplos podem ser concretizados com uma estratégia Drive to Store.

Se for algo que lhe interessa, fale com a equipa Kwanko. Temos estas e outras excelentes estratégias para partilhar consigo.

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INFLUENCIADORES. O MATCH PERFEITO PODE EXISTIR

Marketing de Influenciadores

Imagino que esteja a sentir um certo arrepio ou um ranger de dentes quando ouve falar de Influenciadores, certo?

Sim, por um lado está na berra e todos falam deste conceito como algo que deveriam incluir no seu marketing mix. Por outro lado, também os profissionais da área são extremamente cépticos quanto a esta estratégia. As razões quer de um lado como do outro são perfeitamente verdadeiras.

Tal como todos os canais que ganham um certo momentum e de repente todas as marcas querem entrar no barco, leva a que exista muito ruído e acima de tudo, muitos erros de execução.

Mas sejamos sinceros, é o mercado “a falar”. Portanto, todas as partes têm responsabilidades. Mas já falarei das razões de tanta crispação mais adiante, primeiro vamos tentar em poucas palavras explicar o que é chamado de Marketing de Influência que agora ganhou todo um novo vigor.

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NATIVE ADS: O BOM, O MAU, O… ÓPTIMO!

Native Ads, O Bom, O Mau, O… Óptimo!

Se chegou aqui através de um link, de uma referência, de uma recomendação, de uma pesquisa, será certamente porque o tema lhe interessa. Mas o que é Native Ads? Sabe do que se trata?

Se levarmos o termo à letra, será certamente publicidade nativa e não divergimos muito dessa abordagem. De facto, trata-se de fazer publicidade a algum tema ou marca mas de uma forma que pareça ao utilizador que é natural do Publisher ou do provedor de conteúdo. Existe um artigo na Wikipedia sobre este tema.
Mas é muito mais que “mascarar” a publicidade de um artigo de interesse. Tal como todas as formas de comunicação existe o bem e o mal feito.

Este artigo tende a demonstrar algumas dessas boas práticas, as razões pelas quais pode ser bom, também pode ser mau e acima de tudo, pode ser óptimo para todas as partes.

Então comecemos pelo…

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8 DICAS PARA RENTABILIZAR O SEU BLOG

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Viver em pleno a sua paixão, viajar gratuitamente pelo mundo, conhecer grandes restaurantes, ser convidado para eventos exclusivos… Confesse: é isto que quer, não é? Este é o dia-a-dia dos bloggers influentes, contudo, estes são apenas uma pequena percentagem de todos os bloggers ativos. De acordo com um estudo norte-americano, dois terços dos bloggers ganham menos de 5 000 dólares por ano. Uma cruel desilusão?

Talvez sirva de consolo saber que, dos restantes, 11% ganham mais de 30 000 dólares e os 6% mais ricos usufruem de mais de 60 000 dólares. Mesmo que seja complicado ganhar a vida apenas com um blog, este não deixa de ser um excelente complemento monetário de baixo custo, uma forma de partilhar as suas paixões e de ganhar dinheiro fazendo o que gosta. Quer pretenda lançar-se na blogosfera ou acelerar o processo, verifique as nossas 8 dicas para rentabilizar o seu blog.

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TERÁ A PUBLICIDADE NATIVA MATADO OS FORMATOS DE PUBLICIDADE DIGITAL TRADICIONAIS?

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Depois de anos de erros, a obrigar vários utilizadores a recorrerem a um ad-blocker, a indústria publicitária viu na publicidade nativa a oportunidade de se redimir do passado. Menos intrusiva, mais direcionada, mais valorizada e criadora de uma experiência de vendas mais unificada, a publicidade nativa impôs-se como padrão para as marcas que pretendem melhor comunicar na web. E isto funciona: um estudo mostra que a publicidade nativa é vista quase duas vezes mais do que a publicidade digital tradicional. Ainda que, por vezes, seja criticada pela sua falta de transparência ou de ética, ela impôs-se face aos outros grandes formatos. Mas será para melhor?

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Geração de leads

Como Renovar As Suas Estratégias de Geração de Leads?

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Na web, a montra da loja não se restringe ao design do site. Conseguirá visitantes se souber implementar uma estratégia de marketing eficiente. Consequentemente, estes visitantes tornar-se-ão em leads e, eventualmente, em clientes. Pela sua natureza deveras volátil e inconstante num meio extremamente competitivo, os potenciais clientes precisam de ser atraídos e tratados através de métodos profissionais para o seu envolvimento. Este processo de lead nurturing é a etapa-chave que permite depois a sua transformação em cliente. De visitante a cliente, o caminho pode estar repleto de obstáculos. Para saber evitá-los e acelerar a sua estratégia de geração de leads, há que apostar em práticas comprovadas, complementadas por uma boa dose de inovação e de criatividade.  

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MARKETING PREDITIVO : A NOVA REVOLUÇÃO

Marketing-preditivo

Sabia que, quando compra na Amazon, o site sabe antecipadamente se comprará ou não o livro que pretende?
Magia ou leitura de pensamento?
Nem um, nem outro, mas sim marketing preditivo! Apenas o conhecimento profundo de dados online, que permitem a algoritmos simular diferentes cenários segundo a sua pegada e linguagem corporal digitais.

Em Inglês, o nome atribuído pela Amazon é método de “anticipatory shipping”. Porém, podemos reagrupar todas estas técnicas sob o termo “marketing preditivo”. São estratégias de análise e antecipação que visam a criação de uma relação personalizada entre uma determinada marca e um potencial cliente. A relação com o cliente torna-se numa relação individualizada que abre vários caminhos a explorar.

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MARKETING DE PERFORMANCE : OTIMIZE AS TAXAS DE CONVERSÃO ATRAVÉS DO RETARGETING

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Quando visitam pela primeira vez um site comercial, apenas uma ínfima parte (menos de 5%) dos visitantes converte automaticamente. A conversão pode significar a compra de um produto ou serviço, a subscrição da newsletter ou de um evento por si organizado. Porque por vezes é difícil reter os visitantes num website, não obstante todos os esforços de otimização empreendidos, a integração de uma estratégia de retargeting é uma alavanca essencial para a criação de campanhas de marketing de performance, para que os visitantes voltem e se transformem em clientes. 

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