Geração de potenciais clientes

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Como Criar Uma Landing Page Perfeita?

landing page

A landing page é o hall de entrada dos visitantes digitais. Esta página acolhe quem clica num link, numa faixa, numa publicação ou num tweet. E faz jus ao seu nome. Proporciona uma receção agradável aos seus visitantes para tentar transformá-los em potenciais clientes. Para conseguir isso, a página deve estar bem organizada e otimizada, porque todos os detalhes são importantes. Dedicar algum tempo à sua landing page é investir no ROI da sua campanha. Agora que os seus convidados estão à sua porta, tudo o que tem de fazer é convencê-los a entrar. Para conseguir isso, reunimos todas as práticas recomendadas para criar a landing page perfeita.

Elementos indispensáveis da landing page

Uma landing page é uma alavanca de marketing muito visual. Para garantir o seu sucesso, analisemos os elementos indispensáveis que podem afetar o sucesso da sua campanha.

  • Uma imagem de capa inspiradora e elegante, diretamente associada ao seu negócio. Um cenário, o detalhe de um produto, uma imagem inspiradora… é necessário suscitar o interesse e a confiança. Em determinados casos, podemos também colocar um vídeo para proporcionar uma maior dinâmica. No entanto, disponibilize também uma imagem estática para substituir o vídeo em caso de utilização de um dispositivo móvel. Com o vídeo, o tempo de carregamento pode ser muito demorado, e o consumo de dados será afetado.
  • Um título com impacto: seja na forma de uma pergunta ou de uma afirmação transparente, o título está presente para o desafiar. Consoante o tema e o objetivo da sua landing page (documento técnico, boletim informativo, promoção especial, página do produto, etc.), o título deve ser transparente e compreensível, pois contribui para o potential de conversão.
  • Um “apelo à ação” para incentivar o envolvimento. Em conjunto com um slogan relevante, o CTA (apelo à ação) é encontrado em vários locais da página, possivelmente com várias formulações diferentes. O que importa é que o primeiro seja visível acima da linha de água, independentemente do dispositivo utilizado.
  • No âmbito de uma campanha para um documento técnico, um seminário na Web ou uma formação, é possível partilhar um excerto para dar uma ideia do tom e do estilo do conteúdo, bem como dois ou três testemunhos. Estes últimos devem ser reais e ter origem em pessoas reais (esqueça as fotografias dos bancos de imagens que prejudicarão a sua credibilidade).
  • Botões de partilha nas redes sociais: uma ação sempre útil para partilhar uma boa oferta online.
  • O formulário para converter. Este último é um dos parâmetros mais importantes. Mais um motivo para falarmos de novo sobre isso em detalhe abaixo.

Tenha em atenção que qualquer uma destas variáveis pode ser testada individualmente no âmbito de uma abordagem de testes A/B. Trata-se de uma prática recomendada que garantirá a otimização máxima da sua landing page.

Concluir o formulário de transferência

Incontornável e indispensável. É graças a ele que mede os seus esforços de marketing. Acha que qualquer formulário serve? Desengane-se! Criar um formulário eficaz é uma tarefa muito complexa.

A base do formulário

O primeiro passo é encontrar um bom equilíbrio na recolha de informações pessoais. Estas últimas devem ser utilizadas por si, sem desencorajar os visitantes. Em B2B, o mais comum é o seguinte:

  • Nome próprio
  • Apelido
  • Empresa
  • Cargo
  • Email
  • Telefone

Podemos ser ainda mais eficazes apenas com o seguinte:

  • Nome próprio
  • Apelido
  • Empresa
  • Email

Os campos em falta podem ser preenchidos posteriormente num outro passo do percurso do cliente, ou através de uma abordagem de inteligência de vendas com dados públicos, disponíveis online (especialmente, através do LinkedIn).

Em B2C, ficamos satisfeitos apenas com o seguinte:

  • Nome próprio
  • Apelido
  • Email

Sugestão

Em caso de dúvida, dedique algum tempo a criar dois formulários diferentes. Um teste A/B pode então ser implementado de modo a encontrar aquele que apresenta o melhor desempenho. O que importa é apoiar-se numa abordagem estatística, em vez de numa intuição pessoal.

Prática recomendada

Para uma campanha de inbound marketing, quando a sua landing page é utilizada para recolher potenciais clientes, não forneça o link de transferência imediatamente após a conclusão do formulário. Este é um erro clássico, porque basta introduzir informações falsas para ter acesso ao conteúdo. Resultado: um potencial cliente perdido para a marca. O mais eficaz é implementar um sistema de automatização. Este último envia uma mensagem para o email indicado, com o link para aceder ao conteúdo (documento técnico, vídeo, etc.). Deste modo, tem a certeza de que o email está correto e pode até mesmo ficar a saber se o conteúdo foi aberto e se o link foi clicado. Uma forma de destacar o interesse real do leitor por um registo adequado.

Para o B2B: a abordagem a testar

Em B2B, algumas empresas excluem os endereços de email pessoais do tipo @gmail.com ou @hotmail.com. O objetivo é concentrar-se apenas nos endereços de email profissionais. Esta opção diminui o número de conversões, mas geralmente permite qualificar ainda mais a procura. Podemos então reconciliar os dados dos potenciais clientes com mais facilidade com uma ferramenta de CRM. Esta opção depende da estratégia escolhida, entre quantidade e qualidade de potenciais clientes.

Não se esqueça do seguinte

Três fundamentos para concluir o seu formulário:

  • Conformidade absoluta com todas as regras do RGPD (opção ativa de participação, consentimento, tratamento e proteção de dados, etc.).
  • Um design perfeitamente responsivo para se adaptar a todos os tipos de ecrã (com os testes associados).
  • Uma fase de controlo de qualidade da interface do utilizador com utilizadores reais. Tal garante que o formulário está totalmente operacional para uma experiência ideal e sem problemas.

Alavanca essencial de uma campanha de marketing, a landing page deve ser palco de todos os esforços. É através dela que passarão os potenciais clientes suscetíveis de se transformarem em clientes. Por fim, lembre-se de que uma landing page é evolutiva. O seu lançamento não é o fim do projeto. A landing page deve ser cuidadosamente monitorizada ao longo de toda a campanha para poder fazer os ajustes necessários em caso de necessidade.

O estúdio gráfico de Kwanko propõe a criação de todos os seus meios de difusão. Para falar com os nossos especialistas, contacte-nos!

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Obtenha mais Leads com uma Estratégia Omnicanal

omnicanal

O marketing omnicanal é uma abordagem que consiste em fazer convergir todos os canais de comunicação digitais e físicos por forma a ter uma verdadeira visão a 360 graus do percurso do consumidor. O cliente pode assim passar de um canal para outro de forma transparente; todos os dados estão centralizados, os silos internos são aplanados e as informações circulam instantaneamente. Apoio a clientes, gestão de stocks, redes sociais, compras online ou na loja… todas as interações do marketing omnicanal conduzem a uma experiência personalizada. Um estudo da Harvard Business Review indica aliás que o marketing omnicanal é uma realidade: 73% dos consumidores utilizam vários canais para fazer as suas compras. Uma boa estratégia omnicanal é, por conseguinte, crucial para desenvolver o seu negócio e gerar mais leads ou vendas.

Cartografe os seus clientes de forma Omnicanal

O conhecimento que possui dos seus clientes faz parte das fundações mais importantes para todas as estratégias de marketing. Para proporcionar a melhor experiência possível é crucial saber com quem falar e através de que canal. Este trabalho de cartografia passa portanto por uma visão completa das ferramentas e das plataformas utilizadas pela conversão dos vossos potenciais clientes em leads qualificadas. Influência, blog, afiliação, publicidade online, vídeo, redes sociais… cada segmento dispõe do seu próprio universo. E é justamente o objetivo da criação de personas.

As suas personas (ou buyer-personas, consoante a terminologia) são retratos robôs dos seus clientes-tipo. Têm uma identidade, uma vida e um percurso profissional que devem ser alimentados pelas suas equipas a partir de dados reais. Conhecer as ferramentas de influência das suas personas permite então orientar a sua ação para ter uma visão completa do percurso do cliente.

Uma vez cartografadas, as suas personas vivem num universo específico. Compete-lhe a si saber como lhes deve falar. Utilizemos um exemplo: a persona X de 50 anos, diretor de uma PME da província, que lê o Expresso em versão impressa e viaja pouco, será abordada de forma diferente da persona de 35 anos, responsável de marketing de um grande grupo, sempre ligada e constantemente em viagem. Nos dois casos, o omnicanal é pertinente. Mas nos dois casos, serão duas estratégias omnicanal diferentes, portanto adaptadas.

Integre uma dimensão MDM na gestão dos seus dados

Os dados decorrentes das suas leads podem vir de qualquer lado; um contacto num salão profissional, um pedido de ligação no LinkedIn, a subscrição de uma newsletter, o download de um whitepaper, a recomendação de um cliente existente, etc. Ora, cada plataforma dispõe do seu próprio ecossistema. Pode, por isso, ser difícil fazer com que comuniquem em conjunto. Quanto maior for o número de fontes, maior é o potencial de confusão, de perda ou de dados duplicamente utilizados.

Controlar os dados é incontornável. Alguns marketers trabalham com soluções de MDM (Master Data Management) para gerir esta dimensão. Trata-se de uma ferramenta que permite centralizar e gerir os seus dados recolhidos de todas as fontes (venda, marketing, gestão de stocks, departamento financeiro, seguimento logístico, informações de fornecedores, etc.). Se a obtenção de leads é importante, a gestão, a centralização e a unicidade dos dados são igualmente importantes.

Em determinada medida, e segundo os seus recursos, uma plataforma CRM ou DMP pode ser igualmente adequada. O que conta é dispor de uma ferramenta de controlo comercial adaptada.

Transforme todos os seus pontos de contacto em experiência 

Associa-se geralmente a venda online à venda através de um site comercial. Ora, também nesse caso, o omnicanal transformou as regras do jogo. Cada ponto de contacto pode ser transformada em experiência pelo cliente ou pelo potencial cliente. Uma estratégia que implica uma integração profunda utilizando todas as ferramentas à disposição dos anunciantes. Com efeito, hoje em dia, é possível vender por e-mail, por Instagram, numa aplicação móvel, num comparador de preços, no Pinterest, por chatbot, a partir de um showroom, etc.

O mesmo se passa com as suas leads. Podem entrar em contacto consigo por meio de inúmeros canais. É por esta razão que a identificação dos pontos de contacto é crucial para uma experiência de sucesso. Se as informações estiverem centralizadas e forem bem utilizadas, um potencial cliente que tenha feito o download de um whitepaper não voltará a passar por esse mesmo whitepaper. Poderá, por outro lado, ser contactado via LinkedIn por um comercial que disporá do histórico das interações para uma prospeção bem sucedida.

É também útil na etapa de classificação. Uma lead que faz um pedido de demonstração receberá uma melhor classificação do que aquele que apenas faz o retweet de uma publicação. Mais do que nunca, é a evolução da lead no túnel de conversão que poderá dar as informações certas para tomar a decisão correta.

O digital transformou a forma como as marcas olham para a geração de leads. Construir uma estratégia de influência, gerar tráfego qualificado e construir clusters de audiência por meio de uma abordagem omnicanal dá aos anunciantes os meios de potenciar o seu negócio!

Este tipo de assunto interessa-lhe, nomeadamente para o período da Black Friday? Então consulte as nossas ofertas do momento

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Black Friday: como ser atrativo aos olhos dos anunciantes?

Black Friday Publishers

Evento comercial que cresce cada vez mais, o Black Friday – seguido pelo Cyber Monday – representa um pilar importante para os sites de e-commerce. É, aliás, muitas das vezes, o lançamento informal do período de compras para as festas de final de ano. Se todos os números estão no verde (as vendas online atingem 4,6 mil milhões de euros em 2017), o que significa igualmente que a oferta se intensifica e que a concorrência se desenvolve. Para os publishers, o objetivo é, por conseguinte, posicionar-se bem para atrair os anunciantes. Uma estratégia que resulta de um equilíbrio subtil entre atratividade editorial e capacidade de conversão da audiência gerada.

Uma linha editorial coerente e um conteúdo de qualidade

Este é o primeiro passo da sua estratégia: ser capaz de atrair visitantes de forma contínua e redundante, para criar uma dinâmica virtuosa.

Valores em comum

Ao aparecer num site terceiro, o anunciante espera que haja uma coerência em termos de posicionamento, valores e território de marca. Um vendedor de artigos e de equipamentos para a caça não aparecerá, a título de exemplo, num site que defende ecologia e bem-estar animal. Isso significa que o publisher deve demonstrar os seus valores.

Quem é ele? O que quer? E em que ele acredita? A informação deve ser clara e visual. O anunciante poderá, desta forma, garantir que estes valores estejam em sintonia com os seus para conseguir uma comunicação perfeita.

Um conteúdo relevante 

Para atrair anunciantes, deve ser capaz de atrair visitantes para o seu site. O que os publishers monetizam, é uma audiência. No entanto, para conseguir isso, é indispensável ter um conteúdo relevante, com publicação regular sobre temas que criem valor com um bom storytelling. Por exemplo, um artigo de blog, publicado de vez em quando, não será suficiente.

Para além do conteúdo pertinente, não deve haver qualquer tipo de compromisso acerca da qualidade do conteúdo (sintaxe, valor do conteúdo, duplicate content, etc.) e a animação sobre o social deve ser constante. É a equação vencedora para uma boa estratégia a fim de conquistar os anunciantes.

O conteúdo visual é tão importante como aquele do conteúdo. Apresente o seu site com as cores do evento do Black Friday, Cyber Monday ou Black Week.

Uma linha editorial legível

A linha editorial, é a bússola do seu site. É aquela que o define no plano editorial. Quer sejam opiniões divididas e editoriais assumidos, ou informações mais consensuais e factuais, deve ser clara e não pode variar no tempo. Um anunciante que deposita confiança em si deve certificar-se da sua constância. Deve antecipar o que será lido e compreender os desafios redacionais associados ao posicionamento editorial.

KPI e analytics: os números são incontornáveis

Para um anunciante, escolher um suporte é uma questão de eficácia. O investimento publicitário deve gerar visitas, que se podem transformar em potenciais clientes, e em clientes. O ROI é, portanto, indispensável e os publishers devem saber falar com os anunciantes.

Para seduzir um anunciante, a linguagem entre ambos deve ser a mesma. Significa conhecer e dominar todos os seus insights para promover os mais interessantes. No entanto, existem centenas: Google Page Rank, número de visitantes, páginas visualizadas, tempo médio, taxa de retorno, tamanho das comunidades online, taxa de autorização, etc.

Para não se perder, deve-se escolher as que têm mais impacto. Falar do número de visitantes não faz sentido se a taxa de retorno for significativa, por exemplo. Acontece o mesmo em função das ofertas propostas: não se promovem CPC com as mesmas métricas que os CPM.

Para promover as suas ofertas comerciais, destaque os seus resultados do Black Friday do ano anterior: visitas de entrada, número de páginas visualizadas, crescimento vs N-1, etc.

Suportes de divulgação de grande qualidade

Para os publishers como para os anunciantes, a qualidade dos suportes de promoção é importante. A estrutura técnica dos publishers deve ser otimizada para monetizar os espaços publicitários e as bases de dados, criar kits, email otimizados e gerar formatos de visualização inovadores.

Em relação aos anunciantes, obriga-os a colocar à sua disposição fluxos de produtos atualizados e devidamente construídos para facilitar a taxa de conversão aquando do dia D. Os seus banners, newsletters e landing pages devem ser otimizados para integrar as ofertas comerciais Black Friday dos anunciantes. Os suportes de divulgação dos anunciantes devem ser integrados, de forma coerente, com os seus.

Mais os suportes de divulgação serão qualitativos, mais o impacto da campanha será percetível. Um trabalho, em que todos saem a ganhar, para desenvolver um compromisso com as mensagens personalizadas, que não prejudicam a experiência do utilizador.

Ao passo que o Black Friday aparece cada vez mais, o desafio dos anunciantes consiste em escolher as plataformas, que irão gerar melhores retornos sobre investimento. Um trabalho que os publishers devem integrar a montante do evento, para apresentar uma verdadeira estratégia sustentável que se distingue de um simples efeito de visualização.

É influenciador, com uma aplicação ou um site móvel? Pretende promover um comerciante para o Black Friday? Contacte a nossa equipa Publishers ou inscreva-se na rede Kwanko!

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Black Friday: prepare a sua estratégia de conversão

BLACK FRIDAY

É impossível improvisar um evento, tal como a Black Friday. Assegurar o seu sucesso exige uma organização bem oleada, uma estratégia clara e uma antecipação máxima. No entanto, trata-se de um desafio de grandes dimensões com múltiplas prioridades que os profissionais do marketing devem gerir diariamente. Para resultar melhor e otimizar o seu método, deve ser lançado desde já. Como? Passamos a explicar-lhe.

Antes do Black Friday: ser constante e regular

O Black Friday, é o equivalente a um evento de máxima exposição. Não se organiza uma Copa do Mundo em três dias, certo? Aqui, é exatamente a mesma coisa. Para criar o entusiasmo favorável à Black Friday, é essencial ter, desde já, um fluxo permanente de visitantes aos seus sites.

A afiliação: para criar consistência

Quanto mais se falar na sua marca de forma estruturada melhor será para si. A afiliação constitui um canal de vendas e de promoção por explorar, de forma significativa, a montante. Os seus afiliados podem igualmente servir de alavanca para gerar ainda mais tráfego de forma contínua. Quanto maior for a sua capacidade em alimentar a sua comunidade de afiliados com conteúdos de boa qualidade: textos, imagens, banners, wording específico, etc., mais a sua comunicação será eficiente.

O que conta é a inserção da afiliação na estratégia digital da sua marca. Graças a uma campanha CPA (custo por aquisição ou venda), o seu orçamento publicitário não será gasto em vão, e cada euro investido irá realmente contar para o retorno da acção.

Lead nurturing e inbound marketing: para acompanhar as seus leads até ao dia D

Ter contactos regulares e visitantes no seu site é um ponto positivo. No entanto, o ideal seria tirar proveito disso. Para conseguir esse objetivo, uma estratégia de lead nurturing, associada a um processo de inbound marketing, constitui um dos segredos para o sucesso. Um conteúdo claro, com um valor acrescentado elevado e frequentemente renovado, gera a fidelização. Por outro lado, um pipeline de conversão otimizado, que integra todas as grandes etapas do percurso do cliente, e alinhado com os seus buyers personas, permite ter uma visão holística do potencial comercial associado à Black Friday. Basta então proceder ao nurturing eficaz das suas leads para que estejam prontas, no momento certo, aumentando a pressão de forma controlada.

Aplicativo móvel: para multiplicar os pontos de entrada para aos seus produtos

Em relação ao seu aplicativo móvel, este último deveria ser igualmente descarregado o maior número de vezes possível. O objetivo visa multiplicar os pontos de entrada dos seus novos potenciais clientes, e igualmente dos seus antigos e atuais clientes. Se dispõe também de lojas físicas, a geolocalização constitui ainda uma vantagem importante. Poderá enviar notificações durante a Black Friday aos detentores do seu aplicativo móvel.

Durante a Black Friday: ativar todas as alavancas de ROI

É o momento onde toda a gente lança tudo ao mesmo tempo. Um sprint que deve ser eficiente e que se baseia doravante nas ferramentas de ROI. O objetivo: a conversão e a compra. Existem várias alavancas promocionais eficientes suscetíveis de transformar os seus potenciais clientes no momento certo. Alguns exemplos:

Email marketing: para criar cenários automatizados e personalizados

A partir da sua base de potenciais clientes e do progresso no pipeline de conversão, pode basear-se em cenários de marketing automation para divulgar a mensagem correta no momento certo. Promoções especiais, reduções, promoções do dia… cada segmento da sua base de dados deve ser devidamente trabalhado individualmente para personalizar as suas abordagens e criar uma experiência de cliente única.

A partir da base de dados externos e opt-in, pode difundir as suas promoções a um maior número de potenciais clientes à procura de bons negócios. Para tal, é essencial atribuir um orçamento a este canal, confiá-la ao seu account manager que selecionará para si as melhores bases de dados que correspondem ao seu cliente-alvo, em função de um modelo rentável de CPC ou CPM. As suas ofertas deverão estar amplamente visíveis para transformar o tráfego em conversões.

Chatbots: para diversificar a sua estratégia

Aquando de um evento, tal como o Black Friday, deve ser criado um vínculo emocional com os seus potenciais clientes. Para o conseguir, um chatbot, a partir de uma aplicação de mensagens, constitui uma ferramenta poderosa. Pode assim interagir com os utilizadores no momento em que estão conectados e em associação com as suas preferências pessoais. Um chatbot permite igualmente responder às questões essenciais que podem ser colocadas pelos clientes, aliviando a pressão do seu serviço de apoio a cliente. No que diz respeito à afiliação, o chatbot é igualmente um meio que lhe permite obter tráfego qualificado para o seu site comercial.

Publicidade e redes sociais: para não se esquecer de ninguém

Apesar de todos os seus esforços, nem toda a gente visitará o seus sites comerciais no dia do Black Friday. É por este motivo que é essencial poder pesquisar os seus potenciais clientes onde se encontram com uma estratégia de SEA e SMA. Se dispõe de uma ferramenta de reconciliação de dados do tipo CRM onboarding, o processo será ainda mais eficiente. Pode igualmente contar com o retargeting e o remarketing para voltar a relacionar-se com os seus visitantes indecisos. Finalmente, prepare-se para entrar no jogo das boas promoções de tipo cashback e de descontos para reforçar as suas relações com os seus afiliados e controlar, de forma contínua, a evolução dos preços graças aos comparadores online.

Depois da Black Friday: criar uma relação de confiança

Após o rush da Black Friday, deve estar apto(a) a proceder a todos os follow-ups necessários. Vender online é uma coisa, mas é igualmente importante cumprir com as suas promessas em termos de entrega, disponibilidade e reatividade. Desta forma, a relação comercial não se limita apenas à encomenda. Reforce as suas equipas no que diz respeito ao serviço de apoio a cliente, seja reativo em relação às questões colocadas e faça regularmente o acompanhamento junto dos seus clientes acerca do seu nível de satisfação e de um conteúdo específico (inquéritos, tutoriais, boas práticas, FAQ e “how to” sobre os produtos adquiridos, etc.).

Este processo consiste em criar uma experiência premium para fidelizar os seus clientes, cujo objetivo é simples: poder transformá-los em embaixadores para o ano seguinte. É por isso que a relação que mantém com eles deve perdurar através de ofertas exclusivas e especiais, e de um conteúdo especificamente concebido entre valorização pessoal e valor acrescentado.

Para os retalhistas e os comerciantes online, o Black Friday representa um período intenso, que obriga a ter muita energia e criatividade. Se estiverem bem preparadas, as suas equipadas irão trabalhar, de forma colaborativa e transversal, para proporcionar uma experiência única aos seus clientes, afastando a concorrência. A nossa equipa de produção possui a devida experiência para acompanhá-lo(a) durante este período comercial mais forte do ano. Deposite confiança na mesma, e receba uma proposta personalizada, em função das suas necessidades e dos seus objetivos!

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Geração de potenciais clientes

Como utilizar os chatbots para gerar leads?

chatbots générer leads

O lead generation faz parte das missões principais dos profissionais do marketing. Uma missão qui implica escolher bons canais, boas ferramentas e boas plataformas. Tem-se verificado uma nova tendência há já vários meses: os chatbots. Um robot que conversa, mais ou menos automatizado, alimentado por big data, com um toque de inteligência artificial, capaz de se tornar numa das alavancas mais eficientes para a geração de leads. Quer esteja diretamente implementado na sua página Web, ou operacional em ferramentas de mensagens de tipo Messenger, WhatsApp, Skype ou Line, o chatbot é uma realidade operacional para diversas marcas. Uma ferramenta que funciona 365 dias por ano, dia e noite, e que automatiza a geração de leads no seu lugar. Explicações, conselhos e boas práticas.

Definir um objetivo para o seu chatbot

Comecemos por relembrar um elemento simples: ter um chatbot porque é «tendência ​» não é útil, se não trouxer algo novo à experiência do utilizador. Sim, falamos cada vez mais nesse assunto, que dá as suas provas e pode aliviar a pressão comercial. Mas a questão de fundo é: para que lhe serve? Como vai ser integrado o seu chatbot na sua estratégia? Quais são os seus objetivos? Será para iniciar a conversa e suscitar interesse? Para responder às questões dos seus visitantes? Para ajudar o seu serviço de apoio a cliente?

Definir o objetivo do seu chatbot é essencial, uma vez que é a partir deste que vai nascer o seu plano de implantação e a medida de retorno sobre investimento (ROI).

Selecionar a boa plataforma

Agora que sabe para que vai servir o seu chatbot, tem de escolher onde este último vai estar ativo. A maioria dos chatbots são integrados em aplicações de mensagens, tais como o Messenger, Wechat ou Twitter. Mas é igualmente possível integrá-los na sua página Web. Segundo os seus buyers personas, o comportamento dos seus visitantes e a sua presença nas redes sociais, selecionar a boa plataforma é, portanto, fundamental. O Messenger não é, a título de exemplo, talvez a melhor solução em B2B. No entanto, se tiver uma comunidade extremamente ativa no Facebook, pode ser uma solução lógica.

Escolher a boa ferramenta para criar o seu chatbot

Como para criar uma página Web, existem várias soluções para desenvolver um chatbot. Mas a pergunta é: dispõe do tempo, da energia e das competências internas para tal?

Existem plataformas em modo SaaS que podem ser extremamente úteis para criar um chatbot no seu lugar. Basta apenas fornecer o conteúdo. Eis alguns exemplos:

  • Aivo: uma solução bastante orientada para o serviço de apoio a cliente.
  • Botsify: para um chatbot no Messenger ou na sua página Web.
  • Chatfuel e ManyChat: soluções fáceis para utilizar e extremamente populares para o Messenger.
  • Flow XO: uma ferramenta muito completa que é integrada com todas as grandes plataformas.

Se preferir externalizar este processo de criação, de integração e de implantação, a pesquisa de um perito ou de uma agência parceira é, por conseguinte, útil. Uma forma de poupar tempo, baseando-se em peritagens externas, capazes de ir mais além no processo. Uma solução que deve ser privilegiada, se as suas necessidades de personalização forem mais complexas do que a média.

Criar o seu conteúdo

Se existirem soluções de chatbots inteligentes ou semi-intelligentes – a maioria são conversas programadas com antecedência. O conteúdo do seu chatbot é, portanto, fundamental. Se for claro e bem concebido, pode impulsionar as suas conversas. É, por conseguinte, necessário dispensar algum tempo para gerir os scripts, as árvores de decisão e as interações. Trata-se do mesmo princípio que os livros em que é o herói. Uma interação corresponde a uma decisão. Deve-se começar pela generalidade, para proceder ao ajustamento progressivo. As respostas devem ser precisas, fechadas e integrar-se numa árvore de decisão completa. Se uma pessoa responder A, B ou C a uma pergunta, qual será a próxima etapa? É o valor deste trabalho todo de instructional design que vai tornar o seu chatbot  « quase» humano.

Integrá-lo com as suas ferramentas

Para ser eficiente, um chatbot deve ser integrado numa infraestrutura e nos seus processos de negócio. E a lista pode ser longa: CRM, DMP, catálogo de produtos, Google Analytics, tracking cross-device… Quanto maior for a sua alimentação com estes dados internos e externos, maior será a sua eficiência. Uma configuração que leva tempo e que deve, por outro lado, antecipar-se no momento da fase de criação.

Se o objetivo for otimizar a geração de leads, deve consequentemente organizar a sua recolha de dados. Um chatbot não vive num mundo abstrato. É conectado às suas ferramentas e faz parte integrante da sua equipa. Uma forma que permite igualmente recolher insights para medir, de forma mais eficiente, o seu retorno sobre investimento.

Fazer a promoção

Agora que o seu chatbot está operacional, tem que o dar a conhecer. Pode lançar uma campanha promocional para divulgar a informação. Eis alguns exemplos:

  • Envio de uma campanha de email marketing para apresentar o seu chatbot.
  • Personalizar o seu chatbot (nome, estilo de vida, etc.) para criar um storytelling em torno desta nova personagem virtual.
  • Oferecer um vale de desconto ou um vale de promoção aos primeiros utilizadores.
  • Organizar um concurso nas redes sociais.
  • Fornecer um serviço premium para as pessoas que entram em contacto ou que compram através do chatbot.
  • Obter o feedback sobre a experiência dos primeiros utilizadores e recompensá-los.

Chatbots: usos e boas práticas

Para responder às questões frequentes

Horários de uma loja, lista das promoções atuais, questões sobre os produtos vendidos ou ofertas propostas, sobre o acesso ou o parque de estacionamento… tantas interações simples e clássicas que um chatbot pode gerar para evitar que os seus potenciais clientes pesquisem a informação online.

Pode ser igualmente útil para o serviço de apoio a cliente. O chatbot filtra as questões focando-se naquelas com reduzido valor acrescentado. As outras poderão ser tratadas pelos teleoperadores através da aplicação de serviço de mensagens ou de outro canal de contacto.

Para gerir a entrega, confirmação e disponibilidade

Para fazer o ponto da situação de uma encomenda, enviar uma confirmação de compra, avisar uma entrega iminente, confirmar a receção de uma devolução… todas estas pequenas interações são automatizáveis com um chatbot. A informação é armazenada no mesmo local e é, por vezes, mais fácil aceder a ela desta forma do que por email. Os utilizadores podem mesmo interagir durante esta etapa pós-venda (adiar uma data de entrega, colocar uma questão sobre o pagamento, etc.).

Para vincular a sua comunidade

O chatbot é uma ferramenta para conversa que pode ser divertida e suscitar empenhamento. Pode utilizá-la para fins pedagógicos, realizar testes, pequenos questionários, organizar jogos e concursos. Ou dar um toque de humor, propondo piadas e jogos de palavras. Tudo depende da sua linha editorial e da sua criatividade.

Para passar encomenda

Se dispõe de um leque de produtos que não é muito específico, é possível utilizar um chatbot para passar uma encomenda ou fazer uma marcação. Pizza, cabeleireiro, pronto para vestir, vestuário, maquilhagem, bem-estar, bilhetes de comboio, de avião ou de espetáculos… a decisão é sua! O seu chatbot pode igualmente servir para propor tutoriais e boas práticas. Para montar um móvel, utilizar um software ou melhorar a sua saúde… as utilizações são infinitas!

Para recolher leads

Uma nova oportunidade para recolher leads qualificados. De facto, através do sistema conversacional, pode identificar o utilizador ideal, colocando-lhe questões filtrantes. Em função das respostas dadas através dos filtros, pode enviar-lhe os bons serviços e/ou produtos. Trata-se de uma das alternativas ao sistema de co-registo mais clássico.

Os chatbots fazem doravante totalmente parte das grandas marcas. Mas a boa notícia é que estão acessíveis a todos. Pequeno orçamento ou grande conta, PME ou multinacional, uso interno ou externo… o chatbot vai alterar a sua forma de trabalhar e otimizar a sua estratégia marketing.

Pretende consultar os nossos estudos de caso geração de leads com os chatbots ? Contacte a nossa equipa comercial !

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6 Mitos Sobre Publicitar durante as Férias de Verão

Férias de Verão

Isto parece loucura, mas alguma vez pensou em fazer publicidade durante a época de férias de verão ? Pergunto isto porque em todo o mundo as marcas tendem a reduzir muito o seu investimento neste período de tempo.

Não me interprete mal, fazia sentido de muitas formas… há alguns anos!

Porque é que continua a manter esta velha tradição ATUALMENTE? Eis algumas razões porque continuou a fazer a mesma coisa e o que mudou entretanto.

1. “As pessoas não têm disposição para compras durante a época de férias de verão”

Bem, quanto a esta questão, basta… perguntar ao Google. De acordo com o Google, com base em quantidades enormes de dados recolhidas continuamente, mais de 50% dos consumidores estão dispostos a comprar algo a novos retalhistas. Acho isto impressionante. Você não?

É ainda mais interessante se notar que não há muitas marcas a fazer publicidade durante a época de férias de verão. Caso ainda não tenha notado, isto representa uma ótima oportunidade para conseguir clientes novos.

E se operar na categoria da Saúde, Dieta ou Fitness, a sua sorte ainda é melhor. Aparentemente, 44% dos consumidores compraram algo desta categoria no verão. Surpreendido?

2. “Não são fáceis de encontrar neste período”

O engraçado sobre o digital é que não é físico. Pode viajar, relaxar na praia ou sair com amigos e continuar ligado. Especialmente porque nos tornámos escravos desses terríveis dispositivos chamados smartphones.

Mesmo em férias, levamo-los para todo o lado. E que fazemos com eles? Verificamos as notificações nas redes sociais, os feeds, os emails (pelo menos os pessoais) e somos impactados por marcas apelativas enquanto navegamos. A sua marca está presente neste momento ou é a concorrência?

Usar o Smartphone durante a Época de Férias de Verão

E o que torna os smartphones tão bons para publicidade digital é que mostram onde a sua audiência se encontra. Pode personalizar a sua publicidade consoante o local onde se encontra.

3. “As campanhas B2B não funcionam na Época de Férias de Verão”

Pode dizer-me quantos dias de férias tira seguidos num ano? Arriscaria afirmar que não são mais de 10 a 15 dias, certo? E é nessa altura que está realmente com foco em tirar algum tempo de descanso. Isto passa-se com muita gente. Em alguns países, estes números são mesmo considerados chocantes.

Então, porque é que faz uma pausa de um mês inteiro ou mais no seu investimento em anúncios?

Se segmentar devidamente a sua publicidade e dirigi-la ao público certo, serão impactados pela sua marca. Não interessa se é época de férias de verão ou não. São as pessoas certas e estão a tomar as decisões certas durante ou depois do tempo de descanso.

4. “A nossa Equipa de Marketing tem demasiadas pessoas de Férias “

Poderia ser esse o caso; contudo, mesmo que seja um one-man(or woman)-show pode automatizar a maioria das tarefas. Há tantas soluções para continuar com toda a informação, para um snapshot dos resultados e para programar quase tudo.

Já ouviu a frase ganhar dinheiro enquanto dorme? Pode ser o caso.

Convenhamos. Se tiver o auxílio de uma agência, teria uma equipa pronta para tratar da sua publicidade. Se não tiver uma agência, pode mesmo assim programar o seu investimento em anúncios com base nos resultados anteriores com um investimento maximo e mínimo por dia/semana.

Se a sua pipeline de conversão não estiver disponível para fornecer o cumprimento da conversão, é melhor fechar toda a empresa por esse período. Mas, novamente, estaríamos a falar de 15 dias, no máximo, certo?

Permita-me dar-lhe uma sugestão: Contacte a nossa equipa e deixe-os trabalhar para si neste verão. 😉

Pode ir de férias totalmente sem stress pois tem uma equipa completa de profissionais de marketing de performance para fornecer os resultados que definir à partida.

Viajar na Época de Férias de Verão bem informado

5. “É difícil ter alguém que distribua as nossas campanhas, pois também estão de férias”

Poderia ser o caso se tratar estas campanhas diretamente com Publishers e alguns estiverem de férias, o que parece estranho dado que cada publisher precisa de continuar a alimentar o seu público. Mesmo no verão. No entanto, se usasse uma network de Publishers como a Kwanko não seria esse o caso.

Mas, parta-se do princípio que a maioria está de férias nesta altura. Ninguém irá dizer que não a mais investimento no seu canal. Tal como na sugestão anterior, podem também programar estas campanhas para serem executadas nesse período. Algumas das campanhas que executamos na Kwanko são programadas previamente e temos gestores de conta dedicados em cada Publisher para o caso de algo correr mal. Pode dar-se o caso de os Gremlins existirem. Não sabemos.

6. “É cedo para planear campanhas de regresso às aulas”

De acordo com o Google, existem cerca de 40% de pesquisas para esse tópico através do telemóvel no verão. Surpreendido? Bom, se tiver filhos isto não é assim tão surpreendente.

Se tiver algo relacionado com este interesse, pode usufruir deste período para divulgar a sua marca. Avance e mantenha-se bem presente na mente dos seus clientes recorrendo a campanhas de publicidade bem preparadas.

Do mesmo modo, de acordo com este outro estudo, 77% das pessoas planeia começar as compras pelo menos 3 semanas antes do início das aulas. Ainda não está convencido sobre a necessidade de criar uma ligação prévia?

Concluindo

Se se mantiver fiel à tradição, irá perder e muito no que toca a conseguir receitas extra para o seu negócio. As pessoas continuam por aí no verão. Talvez algumas estejam na praia ou a viajar, mas continuam a viver e pode continuar a contactá-las de muitas formas diferentes.

Mesmo que se sinta com alguma insegurança sobre o assunto, contacte a nossa equipa e veja todas as soluções que podemos fornecer-lhe. Receba apoio de profissionais que fazem isto há muitos anos. Sim, mesmo antes de você ter decidido que poderia ser boa ideia manter-se na mente dos seus clientes também no verão.

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10 dicas para vencer na Black Friday

Black Friday

Dado que publicámos recentemente este artigo sobre o Black Friday, que teve muito feedback por parte dos nossos clientes e parceiros, achámos que seria a altura ideal para re-publicar este texto que o nosso Regional Director | Southern Europe & LATAM, Christophe Matos, produziu para a Marketeer.

Neste valioso conteúdo de 2016 mas que continua muito actual, partilhamos as nossas top 10 dicas sobre como maximizar as receitas de uma época de compras massivas como a Black Friday. Especialmente quando se está a concorrer com todos os diferentes players que também competem pela atenção dos compradores.

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DRIVE TO STORE: Quando o Digital Converte no Offline

Drive to Store Kwanko

Há quem sonhe com este título. Drive to Store – Quando utilizamos os meios digitais para os converter numa experiência física, real e… humana?

Os retalhistas tradicionais serão os que mais facilmente irão aplaudir este conceito, mas ainda há poucos meses se falou tanto das marcas originalmente digitais que decidiram explorar a experiência física. Por exemplo, a Amazon decidiu apostar em ter lojas próprias em diversas localizações. A própria Google tem showrooms físicos e mesmo a Warby Parker que se distinguiu pela comodidade de ter óculos prescritos online, enveredou pelas lojas físicas também em determinada altura da sua jornada.

Mas isto apenas reflecte necessidades muito básicas por parte de marcas tradicionalmente digitais: a experiência física, a relação pessoa-a-pessoa, retenção de clientes, lealdade à marca… no fundo tudo se resume num conceito: ter uma experiência completa e memorável.

Perfeito! Entende-se perfeitamente, mas uma coisa é proporcionar esta experiência. Outra coisa é conseguir alavancar o poder de análise e os múltiplos canais do digital para depois encher as nossas lojas de clientes ávidos pelos nossos produtos, certo?

DO CLIQUE AO SORRISO

Para se transitar de uma acção no digital até conseguir converter e comprar um produto ou serviço no plano físico existem inúmeros passos. Mas o que levou as marcas a adoptarem cada vez mais estas estratégias? Aqui estão algumas das razões:

TECNOLOGIA

Este eventualmente será o principal motivo da massiva adesão a esta estratégia por parte dos retalhistas. Mas não se prende exactamente pelo avanço da tecnologia. A possibilidade de rastrear e conseguir fazer a ligação entre alguém no digital e a sua entrada num espaço físico já era possível há vários anos. O que mudou entretanto foi a homogeneização de plataformas, sistemas operativos e hardware.

Até recentemente, apenas se conseguia fazer isso através de sistemas sofisticados e onerosos como plataformas próprias de tracking de beacons, bluetooth em sistemas e integração com CRM’s ou POS. Ou seja, estas campanhas normalmente estavam apenas habilitadas para grandes empresas com recursos mais largos.

Agora, com a proliferação destas tecnologias assim como a adopção em massa de smartphones e dispositivos que já têm as features necessárias para conseguir activar acções de marketing personalizadas, tudo se torna acessível até para budgets mais reduzidos.

Se também já tiver lido este artigo sobre Estratégias de Marketing Cross-Channel, terá compreendido uma parte das suas possibilidades. No fundo, mediante as acções da sua audiência, desde que o tracking seja eficaz, consegue influenciar o percurso de compra dos seus clientes.

EXPERIÊNCIA

A sua audiência está-se a acostumar a experiências imersivas. Que a marca se preocupe com o produto ou serviço mais adequado para si. É por isso que liberaram grande parte da sua privacidade. Se não conseguem ter o retorno dessa entrega de privacidade, terão mais razões para a quererem de volta.

As marcas que estão a vencer hoje, são aquelas que compreendem que não existe um consumidor online e outro offline. São a mesma pessoa. É um indivíduo que está em contacto com a marca de formas diferentes. Nem por isso, tem que ser catalogado de forma distinta.

Isso consegue-se fazer com branding, activações de marca, comunicação uniforme mas também com tecnologia que permite identificar os vários pontos de contacto desse indivíduo. Mediante esses acessos, podemos optimizar a experiência do mesmo e influenciar a que culmine numa compra. Ou numa sequência de compras.

MERCADO

Quando se está num mercado livre, todas as marcas que trabalham esse sector são influenciadas pelas tendências e boas práticas seja da concorrência, seja pela oferta possível. Logo, ou tentamos incluir essas tendências, desde que façam sentido para o negócio, ou corremos o risco de ficar obsoletos. De perder inclusive parte do mesmo.

Como costuma dizer Gary Vaynerchuck, empresário, – “O mercado é o mercado, e o mercado irá decidir se você é bom o suficiente para ser consumido.”

Diria que a melhor prática em certos casos seria mesmo de liderar o mercado com a sua inovação. Mais do que ter que se adaptar, tem que partir de si pretender inovar e dar a melhor experiência possível ao seu cliente. Faça com que sejam os seus concorrentes a terem que se adaptar.

NA PRÁTICA, O QUE SIGNIFICA O DRIVE TO STORE?

Tal como o nome indica, o principal objectivo de toda esta estratégia é incentivar os nossos potenciais clientes a se darem ao trabalho de se deslocarem até uma das nossas lojas físicas. De que forma se coloca em prática?

INCENTIVO

Nada de extraordinário aqui. Se dermos um bom desconto, uma promoção ou uma oferta que seja interessante, obtemos interesse.

Mobile Drive to Store Kwanko
Kwanko © Todos os direitos reservados.

Tanto pode ser um interstitial num smartphone como um email regular ou qualquer outro canal. A ideia é tornar interessante o próximo passo.

RELEVÂNCIA

Depois tem que ser relevante. Para tal, há que utilizar todas as formas que temos ao nosso dispor para saber quando e de que forma podemos ser relevantes para o nosso potencial cliente. Se uma pessoa, por exemplo, entrou na nossa loja ou showroom online de vestuário, mediante o local, hora e comportamento podemos dirigir a melhor oferta para que o mesma a considere verdadeiramente interessante para o seu estado de espírito actual.

Quanto mais relevantes formos na mensagem, mais eficaz se torna a nossa estratégia. Mais interesse teremos em nos deslocarmos a uma loja e terminar a nossa compra.

Kwanko Mobile Segmentação
Kwanko © Todos os direitos reservados.

CONVENIÊNCIA

É um dos truques mais antigos e talvez o mais rentável. Se facilitarmos ao máximo a vida dos nossos clientes, mais rapidamente teremos a sua vontade em nos visitar. Se os apoiarmos com as ferramentas que estão ao nosso alcance (ou deles) os resultados são claros.

Neste exemplo, com o apoio do canal que estamos a usar, podemos criar uma forma simples de nos auxiliarmos da tecnologia do próprio aparelho do cliente para podermos literalmente conduzir o cliente até à porta da nossa loja.

Kwanko Mobile Drive to Store
Kwanko © Todos os direitos reservados.

TRACKING

Uma vez mais nos baseamos em tecnologia. É com o conjugar do avanço tecnológico, mas também na adopção em massa de determinadas características que permite hoje em dia podermos medir a eficácia do que fazemos no digital, convertível no offline.

Para tal, necessitamos igualmente de aceitar que nem tudo é 100% linear. Por isso, sempre existe uma percentagem bastante reduzida de margem de erro ou de perda de medição efectiva.

No entanto, o tracking existente já permite uma baliza muito importante que nos ajuda a tomar decisões e acima de tudo a saber onde investir para tirar maiores proveitos.

Essas formas de medição baseiam-se em princípios como:

CÓDIGOS // VOUCHERS PERSONALIZADOS – Será talvez a forma mais antiquada, mas no entanto mais simples de implementar e medir. Ao lançar campanhas SMS, de Email Marketing ou mesmo de Display, podemos medir as suas conversões pela utilização de códigos individualizados no acto da compra. O cliente para beneficiar de uma oferta terá que providenciar o seu código específico. Também poderá fazer uso de QR Codes específicos que são lidos no momento da compra pela sua digitalização.

BEACONS // APP MONITORING – Já esta tecnologia será a mais precisa de todas. Se a pessoa tiver a App instalada no seu smartphone com acesso ao bluetooth e sua geo-localização, sabemos imediatamente que o João Almeida entrou na nossa loja da Av. da Liberdade no momento em que ele entra no espaço. Para tal, utilizamos um mix de hardware com software de monitorização mobile. No entanto, como necessita que as pessoas tenham instalado a aplicação da marca, torna mais restricta a sua utilização.

GPS // GEO-LOCALIZAÇÃO (APROXIMADA) – Fazendo uso da capacidade cross-channel de tracking de que a Kwanko beneficia, consegue medir pelo menos numa certa zona geográfica que certas pessoas estiveram presentes através de uma comunicação da sua marca. Depois poderá inclusive fazer re-targeting, por exemplo, às pessoas que receberam uma mensagem X, que estiveram na zona geográfica da sua loja e emitir uma nova mensagem baseada nessa premissa.

THIRD PARTY // SISTEMAS PARCEIROS – Também poderá fazer uso de plataformas de parceiros de comunicação que tendo eles essa audiência em sistema, aplicação móvel ou website, despoleta mensagens dependendo do mix de zona geográfica e o estado em que se encontra esse potencial cliente no funil de comunicação. Inclusive saber que a pessoa que viu o banner Y está agora numa das suas lojas.

Estas são apenas algumas das mais utilizadas. Existem outras estratégias, mas envolvem uma dinâmica muito mais avançada e requerem muitos recursos e desenvolvimento. Se vir interesse, podemos prolongar mais sobre este tema. Basta entrar em contacto com a nossa equipa. Teremos o maior gosto em poder ajudar a encontrar as melhores soluções.

Existem diversas utilidades para estas estratégias, mas penso que a forma mais interessante será dando exemplos práticos.

Imagine que é um stand de automóveis e vai fazer uma feira exclusiva de usados premium numa zona do País. Convinha eventualmente focar em pessoas que andam a navegar em smartphones por sites de automóveis ou de compra/venda e mostrar-lhes um interstitial de Drive to Store para os ajudar a encontrar onde vai ser o local preciso da feira de automóveis.

Ou então, uma rede de lojas vai fazer uma campanha de promoção de % de desconto na venda de determinados produtos e quer remeter o potencial cliente até à loja mais próxima do mesmo naquele momento.

Todos estes exemplos podem ser concretizados com uma estratégia Drive to Store.

Se for algo que lhe interessa, fale com a equipa Kwanko. Temos estas e outras excelentes estratégias para partilhar consigo.

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Geração de potenciais clientes

Como Renovar As Suas Estratégias de Geração de Leads?

generation-de-leads

Na web, a montra da loja não se restringe ao design do site. Conseguirá visitantes se souber implementar uma estratégia de marketing eficiente. Consequentemente, estes visitantes tornar-se-ão em leads e, eventualmente, em clientes. Pela sua natureza deveras volátil e inconstante num meio extremamente competitivo, os potenciais clientes precisam de ser atraídos e tratados através de métodos profissionais para o seu envolvimento. Este processo de lead nurturing é a etapa-chave que permite depois a sua transformação em cliente. De visitante a cliente, o caminho pode estar repleto de obstáculos. Para saber evitá-los e acelerar a sua estratégia de geração de leads, há que apostar em práticas comprovadas, complementadas por uma boa dose de inovação e de criatividade.  

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Geração de potenciais clientesInovação

MARKETING PREDITIVO : A NOVA REVOLUÇÃO

Marketing-preditivo

Sabia que, quando compra na Amazon, o site sabe antecipadamente se comprará ou não o livro que pretende?
Magia ou leitura de pensamento?
Nem um, nem outro, mas sim marketing preditivo! Apenas o conhecimento profundo de dados online, que permitem a algoritmos simular diferentes cenários segundo a sua pegada e linguagem corporal digitais.

Em Inglês, o nome atribuído pela Amazon é método de “anticipatory shipping”. Porém, podemos reagrupar todas estas técnicas sob o termo “marketing preditivo”. São estratégias de análise e antecipação que visam a criação de uma relação personalizada entre uma determinada marca e um potencial cliente. A relação com o cliente torna-se numa relação individualizada que abre vários caminhos a explorar.

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