Catarina Monteiro – Kwanko Portugal
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Imagino que se tenha deparado inúmeras vezes com aquela célebre pergunta: O que diferencia a sua empresa das restantes no mercado?

Nós sabemos o que nos diferencia. É um mix de muitos factores que ao longo dos próximos artigos iremos explorar. Mas hoje vamos falar do que mais nos orgulha: a equipa de profissionais que compõem a Kwanko.

Depois de muito reflectir, pensamos que a melhor forma de vos dar a conhecer a nossa equipa seria com umas breves entrevistas. Não são apenas bons profissionais, acima de tudo constituem um grupo de pessoas que se complementa muito bem.

E ninguém melhor para começar do que a mais recente contratada da equipa. A Catarina Monteiro, após o seu estágio profissional passou a integrar os quadros da empresa. Já outros elementos da Kwanko também tiveram esta experiência. Os estágios, no caso da Kwanko, são vistos como oportunidades para formar profissionais que sabemos que têm as qualidades necessárias e que posteriormente são complementadas com a aplicação prática e de partilha de conhecimento. Obviamente, é sempre do interesse da empresa aproveitar estes jovens que são formados nas nossas boas práticas para consolidar a equipa.

Conheça a Kwanko, através das pessoas que fazem todos os dias o seu melhor para lhe trazer resultados.

NA KWANKO, QUEM É A CATARINA MONTEIRO?

Conversa com Catarina Monteiro da Kwanko
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Para quem ainda não te conhece (que certamente cada vez serão menos), quem é a Catarina Monteiro e como tudo começou na Kwanko?

Olá, sou a Catarina Monteiro e inicialmente entrei na Kwanko com a função de account manager junior como parte do estágio profissional que terminou em Maio. Após esse estágio, entrei nos quadros da empresa e assumindo mais responsabilidades.

Primeiro que tudo foi o primeiro trabalho que tive na área. Tirei uma Licenciatura em Marketing e Publicidade, que só por si e da forma como está o mercado, não me abriu muitas portas, até porque existem muitos licenciados numa profissão que se revela complicada em termos de oportunidades. Após várias indecisões, optei por escolher uma área dentro do Marketing que me permitisse entrar no mundo do trabalho com mais facilidade. Daí decidi vir para Lisboa, inscrevi-me num curso de Marketing Digital que me abriu as portas para entrar na Kwanko.

Mas a especialização em Marketing Digital era algo que realmente desejavas profissionalmente ou foi uma decisão tomada por necessidade?

Para quem tira um curso de Marketing numa vertente puramente académica sabe que à partida, o Marketing Digital é algo esquecido no sistema curricular, pelo menos em Portugal. Os cursos estão desactualizados e por exemplo, no meu, que terminei em 2015 não havia qualquer tipo de cadeira de Marketing Digital.

Optei então por enveredar pelo Marketing Digital por ser algo novo, porque pesquisei, quis saber mais, pelas mudanças que se previam existir no futuro e achei que seria uma boa aposta. É também uma área com a qual me identifico mais.

Conversa com Catarina Monteiro da Kwanko
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Então, pelo que entendo das tuas palavras, denotas um desfasamento entre a oferta académica e curricular e o que encontraste quando entraste na Kwanko… Achas que ainda hoje isso se passa?

Já se nota uma evolução. Em algumas faculdades, já existem cursos com cadeiras especializadas, ou pelo menos mestrado ou pós-graduação em Marketing Digital, mas é algo recente de há uns 2 ou 3 anos. Já as licenciaturas, especialmente nesse foco, estão muito desatualizadas com o que neste momento é a realidade.

O que estavas a referir é verdade. Mesmo depois do curso de Marketing Digital que tirei, onde realmente mais aprendi foi na Kwanko e acho que foi uma óptima oportunidade porque comecei do zero. Apesar de oficialmente figurar como um estágio profissional, foi acima de tudo, uma formação. Desde o início, eu vim aqui para aprender e depois aplicar aquilo que aprendi. E não são todas as empresas que o fazem, que têm essa disponibilidade porque o ritmo de trabalho é elevado.

Por vezes, nem é por culpa da entidade em si, mas porque os profissionais não estão dispostos a despender desse tempo para dar formação, dar essa oportunidade a quem chega.

Quer isso dizer que na Kwanko recebeste formação não só teórica, mas também prática e que através da última pudeste efetivamente assimilar conhecimentos? Já lá vão quantos meses?

Neste momento são 11 meses.

11 meses, ou seja, ainda nem um ano se passou e já estás numa fase que consideramos ser muito avançada para aquilo que detectamos no mercado. Também sentes isso? Que a equipa que te ajudou na formação está mais à frente que a média do mercado, no que respeita a conhecimentos?

Sim. Sem dúvida. Lá está, o que eu mais aprendi foi com a troca de experiências, de ouvir a equipa falar, o que eu não sabia, ir pesquisar, ter a franqueza de perguntar o que vocês estavam a falar. É mesmo muito importante e a equipa da Kwanko tem essa mais-valia. Têm sempre essa disponibilidade para partilhar conhecimentos, não é aquela imagem que nós estagiários temos que é “vá, desenrasca-te”. Se não perceberes, pergunta, uma, duas, três vezes, que nós estamos aqui mesmo para isso: para te ajudar e para te explicar.

Isso significa, que obviamente, já cometeste alguns erros neste processo. Mas em que medida “tentar e errar” te ensinou e te ajudará no futuro?

Faz parte errar. Sim, sempre senti que existe alguma margem na Kwanko para cometer alguns erros que no fundo são logo compensados pela entreajuda dos colegas e que conseguimos sempre recuperar.

Para dar um exemplo, mesmo na fase inicial de quando comecei o estágio, houve dias em que saí muito frustrada porque sentia que não ia ser capaz, que não iria conseguir captar tanta informação em tão pouco tempo, saber o significado de uma série de coisas, de plataformas.

Agora vejo que isso é normal, que todos passam por essa fase inicial de frustração, sendo o primeiro impacto no mundo do trabalho, na área para a qual estudámos. Apenas tenho a agradecer à equipa que teve sempre disponibilidade para me ajudar em tudo. Todos os departamentos, não só de accounts.

A nível de erros é normal. Já os cometi como todos os cometem, mas nesta área isso torna-se ainda mais importante porque começamos a dar maior importância a pequenos detalhes que fazem toda a diferença.

Onde eu queria igualmente chegar e que deves ter tido essa noção, é que há certas situações que parecem erros que na verdade se tornam parte de um sucesso. Nesta área, não há situações “estanques”. Há sempre ocasião de desafiar o status quo e aprender algo novo todos os dias. Assim sendo, o que gostarias de recomendar às pessoas que venham a seguir o teu percurso?

Acho que o mais importante é a humildade, sermos sinceros em relação ao que sabemos e não sabemos. Querer sempre saber mais, ou seja, é muito importante o que aprendemos em cursos, mas é igualmente importante a nossa pesquisa pessoal. Estar a par de tudo e atentos neste mercado, em mudança permanente. Todos os dias, as boas práticas sofrem alterações, surgem novas tendências. Temos que não estagnar no que pensamos já saber. Estar dentro do assunto e ter a curiosidade.

Outro ponto também de suma importância é não desistir. Ao primeiro erro, à primeira falha, porque todos nós passamos por isso.

Conversa com Catarina Monteiro da Kwanko
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Encontras-te numa posição realmente interessante e ímpar no mercado, uma espécie de “ponte” entre os interesses dos clientes (anunciantes, agências) e dos publishers que são o tipo de canais utilizados para chegar à audiência que os primeiros desejam. Qual a tua experiência neste jogo entre os Publishers que querem ser remunerados justamente pela sua audiência e os clientes que procuram o melhor equilíbrio para terem retorno?

Sem dúvida que é muito aliciante. Diariamente tenho contacto com pessoas diferentes, de países diferentes. Os clientes são todos únicos, assim como os seus targets e objectivos. Por incrível que pareça, como temos campanhas sempre a correr, falamos praticamente todos os dias com os Publishers porque temos que ter uma presença constante nos seus meios. Com os anunciantes ou agências, a maior parte do que nos chega já vem decidido em primeira instância.

Aqui o nosso trabalho consiste não só em planear o melhor possível os canais, mas igualmente em dar feedback e reportar que, por vezes, o valor inicialmente decidido não encontra receptividade pelo mercado e que eventualmente teremos que efectuar alguma melhoria. Nós somos o elo de ligação entre as duas partes. Nem sempre é fácil um acordo mútuo e tentamos não beneficiar nem um lado nem o outro nessa situação. Tentamos ser o mais justos possível. Aqui a ideia é todos saírem satisfeitos e o anunciante conseguir os seus intentos na comunicação e o publisher ser devidamente compensado pelo seu trabalho.

Mas vocês enquanto Accounts não se limitam a ser uma “ponte”, aportam igualmente experiência, resultante das inúmeras campanhas realizadas, bem como conhecimento do que terá mais chances de ter sucesso. Após receber o briefing do cliente, são vocês que o interpretam e fazem a vossa produção para que funcione. Catarina, queres partilhar sobre essa tarefa?

Essa é como eu costumo dizer, a parte “gira” da nossa função. Nós não gerimos apenas envios, dar reports, passa também por encontrar soluções. Quando uma campanha não está iniciar muito bem, para além do cliente nos pedir a nossa opinião, também nós proactivamente podemos sugerir alterações.

Temos uma ferramenta na Kwanko que é uma mais-valia importante: o Studio, uma equipa de designers e programadores com a qual podemos contar para trabalhar numa campanha que não esteja a converter bem e com base na experiência de campanhas passadas que funcionaram e da troca de ideias entre colegas, sugerir alterações gráficas e de conteúdo para que melhore significativamente. Apresentamos as novas peças ao cliente como sugestão… quase sempre o cliente aceita as nossas sugestões pois confia em nós e na nossa experiência.

Portanto o nosso aporte não se fica por receber os materiais iniciais da campanha, mas contribuir com a nossa experiência e resultados que analisamos diariamente, sugerindo algumas alterações que farão a diferença. Por exemplo, colocar um Call-to-Action numa posição-chave, o subject ser diferente, etc…

Conversa com Catarina Monteiro da Kwanko
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Quando dizes que o cliente tem confiança em vós, é reflexo de que as sugestões que lhes fazem para melhorar a campanha têm resultado. Por isso voltam a confiar na vossa experiência…

Sim, porque quando a comunicação nos chega não está reflectida a dinâmica de performance. Apenas se focam na mensagem e não na componente de performance da qual somos mais experientes. Apostam na mensagem, na campanha, na marca, mas a performance fica um pouco à parte. Nós, do nosso lado, quando vemos a mensagem ou a peça já sabemos logo o que vai resultar ou o que não vai funcionar. Portanto, o cliente na maioria das vezes já procura esse aconselhamento da nossa parte.

Estamos a falar sempre de uma equipa. Inclusive nesta vertente de sugestões de melhorias de campanhas. Uma das vantagens da Kwanko é que os Accounts que trabalham em clientes e marcas diferentes não estão em silos diferentes. Há um intercâmbio regular de experiências. Apesar de ser a tua primeira experiência numa empresa do género, consideras que é algo que os diferencia?

É sem dúvida uma mais-valia. Trabalhamos num open-space na verdadeira acepção da palavra. Lá está, existe um plano, por account, dividido por campanhas. Sou responsável por umas campanhas e os meus colegas por outras. Mas todos os dias trocamos ideias entre nós. O que achas disto? O que poderíamos fazer para melhorar? Beneficiamos da experiência uns dos outros e claro… eu sou das mais recentes na empresa, portanto os meus colegas têm muito mais experiência do que eu. Para mim, é uma grande vantagem estar lado a lado com eles. A troca de ideias é de suma importância.

Mesmo quando se abordam novos canais ou serviços que agregamos ao nosso portfolio, os primeiros na equipa que os utilizam são no fundo depois os que transmitem essa experiência aos restantes sobre o que funcionou ou não. Existe uma troca de informações constante, queres explorar mais esta virtude?

Existe uma preocupação geral acima de tudo. Se uma campanha estiver a correr abaixo das expectativas, não é apenas devido àquele account em específico, há responsabilidade repartida. Tentamos todos dar o máximo de ajuda para que entre todos, o resultado seja sempre positivo. O aporte de feedback sobre o que funcionou ou não nas campanhas em canais mais recentes é vital para conseguirmos ter uma curva de aprendizagem reduzida e podermos desde logo ganhar experiência nas boas práticas.

Nós enquanto accounts, mais do que receber apenas o que nos mandam e aplicar, tendo em conta todos os diferentes canais e que cada vez mais aumentam a nossa oferta de portfolio, podemos sugerir fazer essa comunicação alargando o espectro inicial para o cliente ter o máximo de exposição. O nosso intuito sempre será apresentar soluções inovadoras aos nossos clientes, mas que acima de tudo, façam sentido.

Então apesar de estarem designados por contas específicas, não existe por um isso uma preocupação, por vezes egoísta, de apenas se interessarem por essas contas. São uma equipa sempre, partilhando essa responsabilidade…

Sem dúvida, existe uma entreajuda muito grande. Preocupamo-nos com o geral panorama da equipa sempre. Ou seja, se as campanhas estiverem a correr mal é responsabilidade de todos, se estiverem a correr bem também todos beneficiam.

Eu diria que isso se reflecte nos resultados. Achas que o facto da direcção nos colocar sempre a par dos objectivos mensais de forma geral da empresa nos ajuda igualmente a lutar todos pelo mesmo foco? Ao invés de apenas os nossos objectivos personalizados?

Exactamente, não é um objectivo pessoal, mas um objectivo para todos, em que todos têm que intervir e dar o seu melhor para que aconteça e isso implica trabalhar em conjunto, em equipa. Acho essa postura extremamente importante. Ao colocar um objectivo individual, a pessoa torna-se de certa forma individualista, passo a expressão. Pensa apenas nesse resultado e não no contexto geral.

Esta forma de abordar os objectivos da empresa, ajuda-nos a entender que somos todos parte da mesma engrenagem. Que só chegamos lá se todos mesmo contribuírem.

Aproveitando que trabalhas a comunicação das marcas que te são designadas, quero te desafiar a fazer o “pitch” da Kwanko para anunciantes que ainda não trabalhem connosco. O que lhes diria a Catarina Monteiro para os convencer de que a Kwanko seria a opção certa?

Wow, isso foi inesperado. Assim a imagem que me surge imediatamente como uma das mais-valias da Kwanko será o facto de sermos uma empresa com um espírito que hoje em dia se assemelha a uma startup sem ser uma startup. Temos um espírito de equipa e de grupo muito grande, de entreajuda tal como tinha referido anteriormente.

O que nos diferencia será um conjunto de temas, mas ressalvo a experiência do conjunto dos accounts que lidam com milhares de campanhas por ano. Conseguimos um contacto directo com os Publishers com os quais também criamos uma relação. Todos os dias trocamos ideias e que permitem pensar em formas inovadoras de passar a mensagem através dos seus canais.

Também temos o Studio que nos ajuda não apenas a desenvolver as peças que resultam, como ainda elaboramos formatos à medida para apresentar aos Publishers de uma forma que aporte valor aos seus leitores mas também ao anunciante que filtra ainda melhor o seu tráfego e torna-se mais qualificado.

Em termos da empresa, para além de nos focarmos muito na performance, para ela acontecer, por trás é preciso ter uma comunicação também muito forte. Cada vez estamos mais fortes em termos de comunicação. Temos muitos canais no nosso portfolio e isso permite-nos acompanhar as campanhas numa perspectiva mesmo 360. Desde o desenvolvimento de plataformas específicas a Landing-Pages, display, content marketing, native ads, etc. Estamos em franco desenvolvimento de diversos canais e mais importante que isso, de produzir valor utilizando-os.

Obrigado Catarina!
Entrevista a Catarina Monteiro da Kwanko
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Resta-me agradecer à Catarina Monteiro, a nossa mais recente contratação por nos ter dado a sua visão sobre a Kwanko sobre a perspectiva de alguém que mais recentemente constatou os nossos métodos de trabalho. Espero que de futuro possamos cativar cada vez mais pessoas que tenham interesse em integrar uma equipa como esta que trespassa o conceito profissional. No fundo, somos todos igualmente amigos e qualquer pessoa que nos visita fica logo com essa percepção.

Caso queira saber mais sobre a Catarina, basta visitar o seu perfil profissional online.

Venha também nos visitar no nosso núcleo de Lisboa em plena Avenida da Liberdade. Prometo que o(a) convido para um café.

Fique também com atenção aos próximos artigos onde iremos todos os meses vos dar a conhecer mais um elemento valioso da equipa Kwanko.

E ainda, obrigado pelo seu tempo. É por si que nos dedicamos todos os dias a dar o nosso melhor.

Tags : entrevistakwankorecursos humanos
Rui Nunes

The author Rui Nunes

Head of Acquisition Kwanko Portugal | Emailbidding Manager Portugal

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